Endividamento é algo sério. Principalmente dentro de uma empresa.

Sem um bom planejamento financeiro, as dívidas podem destruir o seu negócio mais rápido que a com concorrência. De fato, para muitos, é mais fácil lidar com a competitividade do mercado comercial do que com as dívidas em si.

E não pense que as dívidas se remetem apenas a você. Um negócio endividado significa prejuízo para o dono e para a equipe toda. E se você acha que os problemas com financiamento e fornecedores já são grandes os suficiente, imagina então a adição de funcionários descontentes.

No artigo de hoje, discutiremos um pouco mais sobre o endividamento, assim como apresentaremos algumas alternativas para que você saia ou fuja do mesmo.

Aproveite e boa leitura!

Endividamento: a porta da ruína

Quando damos início a um negócio, é bem comum que tenhamos feito algumas dívidas para poder dar início ao mesmo. Um começo difícil é um processo comum que muitas novas empresas passam.

Nesta etapa, o mais aconselhado é que o “lucro” que você vá adquirindo seja utilizado não para benefício próprio, mas para colocar a empresa em dia com suas dívidas.

O problema começa exatamente aí.

Muitos donos de negócio vêm aquele pouco de lucro como uma margem para começar uma certa extravagância em suas vidas. Acabam por esquecer que o foco principal, neste momento, é a empresa e fazê-la crescer.

Nenhum negócio irá sobreviver se estiver atolado em dívidas. E cada subsequente apenas se somará, tornando o problema que já era sério, em uma bola de neve enorme e quase impossível de parar.

Não é atoa que apenas 1 em cada 4 empresas que dão início às suas atividades na atualidade conseguem sobreviver mais de dois anos no mercado. E as sobreviventes ainda sequer conseguiram quitar todas as suas parcelas.

Uma empresa só passa a dar real lucro para seu dono a partir do 3° ano de suas atividades. Até lá, deve-se ter paciência e determinação, para que seja possível realmente fazê-la crescer.

Índice de Endividamento

O Índice de Endividamento trata de apresentar como as dívidas da empresa em questão evoluíram ao longo dos anos. Neste, é possível constatar quantas dívidas são necessárias para que seu negócio se mantenha de pé. Ou seja, através de um gráfico e algumas contas, é possível avaliar o quanto de capital de terceiros você depende.

Também se utiliza do Índice de Endividamento para avaliar se os seus recursos financeiros conseguem cobrir as despesas ou realizar investimentos.

Se você está em dúvida em relação a estes dados, pode-se contratar um contador para fazer o levantamento e o cálculo dos mesmo, apresentando a você os resultados do índice de Endividamento Geral e a Composição do Endividamento.

Estes são dados importantes para aqueles que desejam tirar a empresa do fundo do poço, visto que é possível averiguar de onde são as suas despesas e qual a melhor estratégia para pagá-las.

Reerguendo uma empresa

Se você está na porta da falência, vamos dar a você algumas dicas para que possa tornar sua empresa novamente a potência que ela pode ser. Ao depender da situação, é totalmente possível revertê-la.

1° dica –  Sem desespero

Ninguém consegue pensar em saídas quando se está preocupado. Isto apenas faz o problema aumentar e vem tantas coisas em sua cabeça que nunca conseguirá vislumbrar a resposta à sua frente.

Por mais que a situação esteja ruim, é possível contorná-la.

Se acalme, respire, tome alguns minutos, e então volte a trabalhar. Você é o dono da organização e precisa manter a cabeça no lugar se quiser fazer com que tudo volte aos conformes.

2° dica – Avaliação

Quanto começar a detectar os prejuízos e ver que seu negócio está começando a ter problemas, imediatamente faça uma avaliação do histórico da empresa para descobrir o que te levou a aquela situação.

Entenda em qual ponto foi que começou o prejuízo e tente resgatar o porque daquela ação em questão ter sido tomada.

Não tem como retirar sua empresa do endividamento se não constatar o que foi que ocasionou esta situação. Procure por notas fiscais, e-mails ou qualquer outro tipo de documento que possa levá-lo a uma resposta.

3° dica – Definindo prioridades

Nesta etapa, você precisa decidir quais os pontos mais importantes da sua empresa.

E claro que, se estamos falando de economizar dinheiro, infelizmente, também falamos de demissões. Ter de escolher qual o funcionário que mais tem impacto positivo e qual setor pode sofrer cortes está longe de ser uma decisão simples.

Entretanto, antes de chegar aos extremos, faça uma reunião com a equipe e seja transparente sobre a situação. Explique a eles o que está se passando e como tudo chegou a este ponto. É com eles que você pode contar, e tentar esconder as coisas apenas piorará a situação. Você deve isso a eles.

Ao perceber e entender o porque a empresa passa por dificuldades, seus colaboradores podem lhe ajudar a enxugar os gastos, possibilitando a você avaliar quais setores estão passando do valor definido.

4° dica – Renegociação de Dívidas

Para se reerguer um empresa, será necessário que seja feito a Renegociação das Dívidas.

Procure seus credores e converse com eles se tem alguma possibilidade que a dívida seja alterada e, mesmo que o valor não seja passível de mudança, busque por alternativas que podem favorecê-lo.

Faça uma análise de todo o orçamento empresarial que dispõe, e veja como pode encaixar da melhor maneira as dívidas neste.

5° dica – Empréstimos

O processo de empréstimo pode ser uma alternativa válida se usado de maneira correta.

Você está fazendo uma dívida para quitar outras dívidas, e este processo deve ser levado com seriedade, sem perder o foco.

Procure por agências de empréstimo para que possa realizar uma avaliação. Também opte por fazer um empréstimo que, além de pagar suas dívidas, garanta a você um calção financeiro para eventuais problemas.

A CashMe possui uma das melhores taxas do mercado, com planos que podem caber no seu bolso e trazer seu negócio de volta à superfície.

Mesmo com o endividamento, é possível voltar a respirar

Com as dicas aqui apresentadas, você será capaz de tirar o seu negócio do endividamento.

Mas, antes de tirar algo do fundo poço, é melhor nunca sequer ter entrado nele.

Entretanto, sabemos a importância de se ter alguma ajuda em épocas de crise. Por isso, a CashMe oferece pacotes dos mais variados tipos e que podem, com certeza, caber no seu bolso.

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Informações complementares referentes ao Empréstimo com Garantia de Imóvel: mínimo de 36 meses e máximo de 144 meses. “””Exemplo – Empréstimo de R$ 200.000,00 para pagar em 12 anos (144 meses) com LTV de 42,79% (sendo R$ 200.000,00 + despesas acessórias, para um apartamento avaliado em R$ 500.000,00) – Prestação inicial de R$ 2.894,10, com uma taxa de juros de 0,99% ao mês + IPCA, Sistema de Amortização Tabela Price. CET de 13,38% ao ano.”””


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