Fiquei desempregado e agora? A pandemia do coronavírus fez com que muitos profissionais se deparassem com essa pergunta. Manter a calma, focar em contas emergenciais e encontrar fontes alternativas de renda são atitudes importantes para manter a saúde financeira enquanto planeja os próximos passos da carreira profissional. 

Fiquei desempregado e agora? 12,85 milhões de brasileiros se deparavam com esta pergunta no final de março de 2020. O número de desempregados aumentou em 1,218 milhão em relação ao último trimestre de 2019 segundo a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) do IBGE. Nessa época, ainda estavam sendo divulgados os primeiros casos de COVID-19 no Brasil. 

De lá pra cá, mais pessoas e empresas foram afetadas profissionalmente pela crise e acabaram sendo desligadas ou fechadas. Quem se depara com o desemprego precisa manter a calma, pensar em planos de contingência para o presente e projetar os passos futuros da sua carreira profissional. 

Como manter a calma quando se está desempregado

Depois dos primeiros momentos de desespero, é importante tentar raciocinar mais claramente e enxergar saídas para a situação. Faça planos, estipule metas, movimente-se e dedique um tempo do dia para repensar seu futuro profissional e para dar atenção a outras áreas da vida. 

Na pandemia,  o convívio social é limitado. Logo a busca por realocação fica mais complicada. Por isso, é importante analisar o que você tem dentro de casa. Otimizar recursos e bens pessoais pode trazer uma sensação de controle e contribuir para manter a calma. Da mesma forma, dar novos usos para as  habilidades que você empregava no dia a dia do trabalho também pode ajudar na autoestima e ser um start para ressignificar sua carreira. 

Fiquei desempregado e agora? Tenho direito a algum benefício do governo?

É importante verificar se você tem direito ao seguro desemprego caso a demissão seja sem justa causa. Esse benefício e um eventual valor de rescisão podem dar um fôlego para o primeiro mês. Especificamente para o contexto da pandemia, o governo federal anunciou medidas e auxílios para tentar diminuir o impacto econômico e beneficiar o trabalhador. 

1. Fiquei desempregado e agora? Tenho direito ao auxílio emergencial?

Uma delas foi o auxílio emergencial. A medida visa especialmente desempregados, trabalhadores informais e MEIs que tenham renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa (R$ 522,50) e de até 3 salários mínimos por família (R$ 3.135). Além disso, para se enquadrar como beneficiário, é preciso cumprir outros pré-requisitos como ter mais de 18 anos e não ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018. Veja as outras condições, valores e como solicitar o benefício no site da Caixa Econômica Federal.

2. Saque emergencial do FGTS

Outra medida para a pandemia foi o saque emergencial do FGTS. A partir de 15 de junho já é possível consultar se você tem algum valor disponível para saque. Cada pessoa poderá sacar até R$ 1045. A medida é destinada para todos que tenham saldo de FGTS em contas ativas ou inativas. 

O calendário de depósitos em conta poupança inicia no dia 29 de junho e deve ir até setembro. Já a previsão para início dos saques em espécie ou transferências é para 25 de julho, seguindo até novembro. As condições e datas de acordo com o mês de nascimento também podem ser conferidas no site da Caixa. 

Adapte seu orçamento familiar à nova realidade 

A economia é um fator importante para quem sabe cuidar do dinheiro, com ou sem emprego. Porém, estando desempregado, mais do que nunca você precisará economizar e ficar atento ao orçamento familiar. 

  • Corte gastos: Mesmo que você receba auxílios, seguros ou tenha reserva de emergência. Olhe a planilha do seu orçamento familiar e tente zerar os gastos supérfluos (serviços de assinatura, delivery, lazer, compras etc).
  • Use sua reserva de emergência: caso você tenha feito um fundo para emergências, esse é o momento de usá-lo. Não deixe as dívidas acumularem, pois não é a hora de arcar com juros desnecessários.
  • Priorize dívidas: se você não tem nenhum tipo de reserva, talvez seja necessário fazer uma triagem no orçamento e priorizar dívidas com juros maiores e gastos essenciais como moradia, luz, água e alimentação. 
  • Renegocie dívidas: veja a possibilidade de negociar parcelas e contas fixas. Alguns bancos e instituições financeiras estão oferecendo a possibilidade de prorrogar pagamentos de financiamentos por causa da pandemia do Covid-19. No caso de aluguéis, alguns conseguem descontos no valor da taxa ou ajuste no prazo de pagamento.

Estou desempregado e quero fazer um empréstimo

Fiquei desempregado e agora? Quem não tem renda pode fazer empréstimo?A calma aqui também será fundamental. Afinal, estando desempregado o que você mais deve evitar é uma nova conta para pagar. A decisão de um empréstimo em condições normais já exige muita análise. Decidir buscar crédito estando desempregado requer ainda mais cautela.

É comum, nessa situação, recorrer a ofertas menos burocráticas para quem está sem renda como cheque especial e o rotativo do cartão de crédito. Porém ambas costumam ter os juros mais altos entre os serviços de crédito. 

Como a comprovação de renda é um fator limitante em muitos casos ou implica em juros maiores ou menores, o desempregado acaba em uma situação desvantajosa em ofertas de crédito. Empréstimos com garantia de imóvel ou outros bens são formas de conseguir dinheiro com juros menores se comparados ao dos empréstimos pessoais e do cheque especial. Isso porque você pode usar um bem como forma de assegurar ao banco o pagamento da dívida.  

Então, se você acha que ainda não poderá pagar suas dívidas mesmo readaptando o orçamento familiar e quer fazer um empréstimo, pesquise muito para encontrar as melhores opções de juros e não fique com as opções mais ofertadas ou aparentemente fáceis. Se esse é o seu caso, recomendamos para você, este artigo no qual apresentamos algumas opções de empréstimo sem comprovação de renda

Fiquei desempregado e agora? O que fazer com o tempo livre?

Use esse tempo para investir na sua qualificação, cuidar da sua rede de contatos e fazer renda extra. 

1. Invista na sua qualificação

É importante separar algumas horas do seu dia para estabelecer uma rotina de estudos. Dedique parte das suas horas livres para fazer cursos online, palestras e webinars. Na internet, você encontra conteúdos gratuitos através de plataformas como o Youtube, Senai e Sebrae. Inclusive cursos de idioma.  Durante a pandemia, muitas pessoas estão promovendo lives e aulas ao vivo pelas redes sociais. Siga perfis do seu interesse e fique atento.

Use esse momento para pesquisar assuntos que você sempre quis aprender, mas que nunca tinha tempo para se aprofundar. Se atualize em técnicas da sua área para voltar ainda mais preparado para o mercado de trabalho.   

2. Pense em formas de renda extra

Use suas habilidades a seu favor! Venda de doces, motorista de aplicativo, tutor online… pense no que você pode oferecer como produto enquanto não encontra novas oportunidades na sua área de atuação. 

Uma outra dica é praticar o desapego e ver o que, de fato, você usa e o que pode ser revendido ou repassado. 

3. Trabalhe na sua presença profissional online 

É importante se reapresentar para a sua rede de networking, sem desespero e com segurança. Não tenha vergonha de dizer que você é um profissional disponível ao mercado de trabalho. Mais do que nunca, este é um momento em que você deve ser visto. Invista na sua presença digital e use suas redes sociais para falar de cursos em andamento, novos aprendizados, relembrar boas experiências profissionais e fazer novas conexões. 

Você acha que essas dicas vão te ajudar a passar por este momento? Tem outras sugestões? Deixe seu comentário e compartilhe com a gente!

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Informações complementares referentes ao Empréstimo com Garantia de Imóvel: mínimo de 36 meses e máximo de 144 meses. “””Exemplo – Empréstimo de R$ 200.000,00 para pagar em 12 anos (144 meses) com LTV de 42,79% (sendo R$ 200.000,00 + despesas acessórias, para um apartamento avaliado em R$ 500.000,00) – Prestação inicial de R$ 2.894,10, com uma taxa de juros de 0,99% ao mês + IPCA, Sistema de Amortização Tabela Price. CET de 13,38% ao ano.”””


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