Veja quais os erros mais comuns na hora de pedir um empréstimo e como evitá-los

Tem medo de pedir um empréstimo e acabar cometendo erros? Tudo bem, a CashMe ajuda. Confira:

Com a crise econômica no Brasil, é comum ter dificuldade para manter o equilíbrio e a estabilidade de uma vida financeira. Especialmente quando, além do aumento do índice do desemprego e das taxas em um geral, o brasileiro não tem o costume de educar-se previamente quando o assunto é finanças. Pensam que é chato, complicado, que lidarão com isso quando o problema aparecer.

Segundo um levantamento de dados feito pela Pesquisa de Endividamento de Inadimplência do Consumidor (Peic) e da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual de famílias endividadas no ano de 2019 aumento pelo sexto mês consecutivo no país. Em junho, esse índice subiu 0,6% em relação a maio e foi o maior registro de endividamento mensal desde de julho de 2013.

Muitas dessas famílias, por conta das dívidas, acabam não vendo saída e decidindo por fazer um empréstimo. Entretanto, mesmo tendo o objetivo de se reestruturar financeiramente, terminam se endividando ainda mais. Começam com uma dívida pequena para saldar as outras e isso se torna uma bola de neve, já que não possuem condições de pagar as parcelas do empréstimo.

É por isso que, antes de fazer um empréstimo é necessário se informar e planejar de todas as maneiras possíveis, evitando assim o risco de, além de ter o empréstimo negado na primeira tentativa, afundar-se ainda mais na areia movediça. Confira a seguir os erros mais comuns que as pessoas cometem na hora de pedir um empréstimo e previna-se.

1 – Comparar somente as taxas de juros e não o CET

As taxas de juros costumam ser a maior preocupação de uma pessoa que vai obter um empréstimo. Por serem as mais famosas e com constante flutuação no mercado financeiro, chamam muita atenção de quem não possui conhecimento da área. 

No entanto, não são os únicos custos de uma operação de crédito.Os outros custos que estão envolvidos em um empréstimo são impostos, que pode aparecer como a sigla IOF, seguros, tarifas e taxas de cadastros. Todos esses encargos adicionais são, normalmente, repassados para o cliente e listados no contrato na hora de fechar o acordo e variam de instituição para instituição e de tipo de empréstimo para tipo de empréstimo. 

A junção da soma das taxas de juros com esses extras é chamado de Custo Valor Efetivo, o CET. O CET foi criado para facilitar a comparação entre os empréstimos e ver qual é o mais o que mais cabe no bolso do beneficiário. Todas as instituições financeiras são obrigadas a divulgarem o CET da transação, devido a uma imposição do Banco Central. Geralmente, isso é feito somente na hora de assinar o contrato.

2 – Não comparar as taxas em outras instituições

O pensamento inicial no caso de fazer um empréstimo é o beneficiário ir obtê-lo no banco em que é correntista. Contudo, nem sempre o banco de sua conta-corrente é o mais indicado. Diversas instituições financeiras oferecem empréstimos para não-correntistas e podem ter propostas mais interessantes e baratas do que seu próprio banco.

Se a melhor proposta significa a mais barata, porém segura, retornamos ao custo efetivo total: procure a que oferecer um menor CET. Pensando em facilitar a busca por outras opções, o que pode ser um tanto quanto trabalhoso se não souber como fazê-lo, algumas empresas bancárias possuem um simulador de empréstimo, que analisa as demandas, soma todas as taxas da operação e já informam o CET. 

3 – Não escolher a modalidade correta

As modalidades de linhas de crédito são inúmeras e cada uma delas possui a sua especificidade, assim como restrições e valores de taxas variados. É possível que o crediário escolha um tipo de empréstimo sem saber que para ele seria melhor um outro, acarretando assim em prejuízos e valores de parcelas de pagamento elevadas ou que não correspondem com a sua necessidade.

4 – Pagamento de taxas adiantas

Nenhuma instituição financeira cobrará pagamento adiantado. Muitos lugares fraudulentos solicitam o pagamento ou um tipo de taxa adiantada para o cliente. Esses pedidos de depósitos podem aparecer como taxa de liberação de crédito ou taxa de cadastro, além de muitas outras formas. 

Em alguns casos, quando o beneficiário percebe que o crédito não foi liberado para a sua conta e decide fazer uma quebra de contrato, essa falsa instituição pode pedir um depósito para a quebra de contrato. São taxas e tarifas inexistentes que certamente que, assim que forem pagas, a instituição financeira irá magicamente deixar de existir.

Caso suspeite de alguma empresa bancária, basta conferir a lista do Banco Central das instituições autorizadas a conceder empréstimos, procurando ou pelo nome ou pelo CNPJ. Pequenos detalhes como erros de ortografia, falta de informações e dados da empresa em questão também podem ser coisas a serem analisadas.

5 – Não ler o contrato na hora de fazer um empréstimo

Seja por força do hábito de concordar com os termos de uso sem realmente ler o que está escrito, ou por falta de conhecimento a respeito do assunto, é extremamente necessário que o contrato de uma solicitação de crédito seja lido por completo. É o seu dinheiro que está em jogo e neste caso, toda segurança é pouca. 

A partir do momento em que o contrato é assinado, o crediário se compromete a cumprir o que consta nele. Uma dica é conferir o número de parcelas que terá que pagar, o valor de cada parcela, a taxa de juros que atuará em cada uma, as multas, os encargos extras que serão cobrados e todo o resto para ver se confere com o que foi discutido previamente. Isso não dá margem para que o cliente seja pego desprevenido. Caso seja necessário, contrate um profissional.

As instituições financeiras também podem cometer erros de vez em quando, assim como o cliente que pode vir a confundir valores e pensar que o que está na simulação do empréstimo é exatamente o que será cobrado na operação. Diversos sites e plataformas trabalham com a simulação de empréstimo, mas isso não garante total precisão do valor, somente uma estimativa do custo total efetivo.

6 – Não conferir se o pagamento do empréstimo cabe no seu bolso

As intuições financeiras fazem uma análise do cliente antes de conceder o empréstimo solicitado e, é comum pensar que o fato de ter sido aprovado comprova que conseguirá pagá-lo. Contudo, isso não é verdade. Não é dever da empresa bancária saber sobre suas finanças e dar o veredito de que um empréstimo cabe ou não no seu orçamento mensal. Essa responsabilidade é do crediário. 

A parcela do empréstimo deverá entrar no controle financeiro como um gasto mensal fixo, de modo que caber ou não no bolso do cliente mês sim, mês não, não é funcional. Quando uma parcela deixa de ser paga, juros serão cobrados.

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Informações complementares referentes ao Empréstimo com Garantia de Imóvel: mínimo de 36 meses e máximo de 120 meses. “””Exemplo – Empréstimo de R$ 200.000,00 para pagar em 15 anos (180 meses) com LTV de 43,3% (sendo R$ 200.000,00 + despesas acessórias, para um apartamento avaliado em R$ 500.000,00) – Prestação inicial de R$ 2.685,09, com uma taxa de juros de 0,99% ao mês + IPCA, Sistema de Amortização Tabela Price. CET de 13,04% ao ano.”””


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