Títulos públicos são uma excelente forma de investimento para quem tem um perfil mais conservador e quer retornos certos. Com retornos maiores que a poupança, eles são uma boa pedida tanto para investimentos em curto prazo quanto para longo prazo.

O investimento em títulos públicos é uma modalidade que todo mundo fazer: quem tem pouco dinheiro para investir ou muito dinheiro, investidores experientes ou inexperientes. Por isso, eles são os queridinhos do mercado.

O que são títulos públicos?

Os investimentos em títulos públicos são investimentos em renda fixa. Entre esses investimentos em renda fixa, estão CDB (Certificado de Depósito Bancário), LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e LCA (Letra de Crédito Agrícola).

Os títulos públicos, no entanto, são aqueles emitidos exclusivamente pelo governo por meio do Tesouro Direto. O Estado usa dinheiro para investir em áreas como infraestrutura e saneamento, por exemplo.

Esse tipo de investimento é uma espécie de empréstimo ao governo. No fim do prazo de validade do título, você receberá o valor investido e mais juros. Isso tudo é acordado no ato de compra.

Qual é a rentabilidade dos títulos públicos?

Titulos publicos federais

Cada título público tem sua própria rentabilidade. Mas, além de saber a rentabilidade, é importante prestar atenção na data de vencimento. Ela indica quando o cliente poderá retirar o investimento com todo o retorno acordado.

Diferentes títulos usam diferentes critérios para calcular a rentabilidade. Alguns usam o IPCA, outros, a taxa Selic. Em casos de títulos que acompanham esses tipos de taxas, a rentabilidade é pós-fixada, pois muda de acordo com a variação delas.

Apesar da rentabilidade variável, os títulos públicos têm taxas fixas para o investimento, e são baixas. O investidor paga 0,1% de taxa de administração e 0,3% ao ano de taxa de custódia.

Ou seja, em um investimento de R$ 1 mil, a taxa de administração sai por R$ 1 e a de administração por R$ 3 ao ano.

Tipos de títulos

  • Tesouro IPCA+

Este título tem como indexador o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) ou inflação. É um dos títulos mais populares do Tesouro Nacional.

Quanto ao seu rendimento, além do IPCA do período, também é acordada uma taxa fixa, caracterizando-o como um título híbrido.

De maneira simplificada, se o IPCA sobe, você ganha mais. E quando ele cai, o seu título renderá menos. Então, os rendimentos sofrem oscilações até a data do vencimento.

  • Tesouro Selic

Este é o título que mais possui investidores e o mais indicado como essencial à carteira. É uma renda fixa pós-fixada.

O Tesouro Selic, possui a rentabilidade da taxa de juros básica. Ou seja, o seu dinheiro rende exatamente o valor desta taxa, hoje em 5,5% ao ano.

Também é bastante conhecido pela liquidez diária, isto é, todos os dias, você receberá os lucros deste investimento. Ideal para aposentadoria e reservas de emergência.

A Taxa Selic pode sofrer ajustes a cada reunião do Copom, portanto sua rentabilidade oscila ao longo do tempo. Assim, se essa taxa de juros cai, o seu rendimento diminui. Há apenas uma estimativa do valor final.

Explicando o Tesouro Selic

Um título emitido pelo Tesouro Nacional atrelado à Taxa Selic, no qual sua taxa básica de juros atualmente vale 3,75% ao ano (abril de 2020).

Seu método de funcionamento é parecido com o do CDB (Certificado de Depósito Bancário). Ou seja, você empresta dinheiro para o governo e recebe juros por isso.

O que mais atrai os investidores neste tipo de investimento é a sua segurança e a lucratividade. Estes títulos são capazes de trazer um ganho 7 vezes maior que a poupança.

Como investidor, você já deve saber a relação entre risco e rendimento, certo? Quanto mais arriscado uma aplicação for, maior é a possibilidade de retorno. Assim, quanto mais conservador, menor será a sua rentabilidade.

No caso do Tesouro Selic, o risco de perda é praticamente nulo, independente do tempo de aplicação e data de resgate.

Mesmo assim, alguns bancos vendem títulos de capitalização e fundos de investimentos com rendimento histórico muito inferior à taxa Selic. Muito cuidado! Recomendamos que você não invista com o seu banco. 

Na realidade, ninguém vence o Tesouro Selic. É por isso que ele é considerado uma das melhores opções para sair da poupança.

Tesouro Direto Prefixado

O Tesouro Direto Prefixado é um dos títulos públicos mais buscados tanto pelos investidores mais experientes como aqueles que acabaram de sair da poupança.

É um investimento que possui rentabilidade fixa, isto é, você sabe exatamente quanto o Tesouro Direto rende até a data em que poderá realizar seu resgate.

Considerado o mais conservador dos títulos, devido a taxa de rendimento fixa e por ser emitido pela instituição mais segura do país, o Tesouro Nacional.  

Então, mesmo sem a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), esse é um investimento com risco de crédito praticamente nulo.

O Que é Tesouro Direto Prefixado

O Tesouro Direto Prefixado é um título público emitido pelo Tesouro Nacional que se divide em: LTN e NTN-F. Ambos são semelhantes, a diferença está no repasse dos rendimentos e cobranças das taxas.

Possui uma taxa já fixa de rentabilidade por ano, independente de como se encontra o mercado financeiro. Se você tem medo ou acredita que a economia possa cair no futuro, esse método com certeza é o mais indicado.

Outra vantagem é que você investe hoje e já sabe exatamente quando vai lucrar nos próximos anos, para quem tem um plano de atingir um objetivo a curto e médio prazo, o tesouro prefixado é muito vantajoso.

Diferença para debêntures

Debêntures nada mais são do que os títulos de dívida de uma empresa privada. Aqueles que investem neste tipo de negócio tornam-se os credores da empresa, financiando suas operações em troca de juros como retorno.

Ou seja, a principal diferença entre debêntures e títulos públicos é para quem você vai emprestar o dinheiro. Em vez de ser credor do governo, o cliente se torna credor de uma empresa privada. Esse tipo de investimento tem menos segurança porque nada garante que a empresa não vai quebrar antes do retorno.

Estas são aplicadas diretamente na renda fixa da entidade para qual você tenha realizado um empréstimo. Isso garante todo e qualquer direito que uma empresa credora possa ter a sua disposição.

Este é bem parecido com a dinâmica dos títulos públicos do Tesouro Direto. Entretanto, ao invés de emprestar dinheiro para o governo, o que estará financiando se trata de uma empresa privada.

Em troca deste valor cedido, lhe será garantido o recebimento dos juros sobre o valor que tenha sido destinado a aplicação feita para a entidade que veio buscar por tal apoio.

Ainda que sejam títulos de renda fixa, os debêntures possuem de certas características que as tornam similares a aplicações variáveis, permitindo que tenham sua própria visibilidade assim como se tornam capazes de chamar a atenção do público.

Tipos de debêntures

Para entender melhor as diferenças entre debêntures e títulos públicos, é mais fácil entender quais são os tipos de debêntures. Assim como os títulos públicos, eles têm categorias variadas.

Existem algumas separações de debêntures, ao depender de como o rendimento destes irá funcionar. São três regras que que irão determinar e classificar a modalidade da aplicação. Estas são:

Debênture pós-fixada, que consiste em ter o seu rendimento atrelado a algum tipo de indicador, assim como acontece em outros tipos de investimentos da mesma classificação.

Por se enquadrarem no pós-fixado, não é possível que saber o quanto, previamente, o retorno do seu investimento irá render. Tudo irá depender de como estará o indicador no vencimento da aplicação;

Debêntures prefixadas, que possuem de suas rentabilidades acordadas desde o momento onde o acordo é fechado e o título de posse seja emitido em nome do credor.

Sendo assim, será garantido que este receba, no ato, a data e quanto será o exato retorno da debênture escolhida;

Debênture híbrida tem em seu conjunto componentes do pós-fixado e do prefixado, agindo ambos simultaneamente.

O mais comum para estes tipos de debêntures é que possuam de uma taxa prefixada mais a correção pelo IPCA, que se trata de um dos principais indicadores da inflação.

Vale o investimento?

Investir em títulos públicos é uma das formas mais seguras de investimento do mercado. Isso porque o seu dinheiro é emprestado ao governo, e é praticamente impossível que o governo quebre. Ou seja, o retorno é certo.

Os títulos públicos são ótimas oportunidades de investimento para quem tem menos ou mais dinheiro. Afinal, quanto maior investimento, maior o retorno.

Para quem ainda não é experiente no campo dos investimentos, apostar em títulos públicos também é uma boa ideia. Pela segurança, esse tipo de investimento é uma garantia de que o cliente não vai perder muito dinheiro caso algo dê errado.

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Informações complementares referentes ao Empréstimo com Garantia de Imóvel: mínimo de 36 meses e máximo de 120 meses. “””Exemplo – Empréstimo de R$ 200.000,00 para pagar em 15 anos (180 meses) com LTV de 43,3% (sendo R$ 200.000,00 + despesas acessórias, para um apartamento avaliado em R$ 500.000,00) – Prestação inicial de R$ 2.685,09, com uma taxa de juros de 0,99% ao mês + IPCA, Sistema de Amortização Tabela Price. CET de 13,04% ao ano.”””


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