Saiba tudo a respeito do empréstimo pelo Crédito Direto ao Consumidor

Pretende financiar algum bem, mas não sabe como? A CashMe ajuda.  Confira:

Devido a crise econômica que se instalou no país nos últimos anos, tem sido cada vez mais difícil não só manter uma vida financeira estável, como comprar algo que necessite ou que deseja. Existem, no entanto, algumas opções de empréstimo que podem ser alternativas para esse tipo de situação.

Porém, antes de solicitar um empréstimo, seja para o que for utilizado o dinheiro, é importante se planejar e fazer um controle financeiro para saber quanto pode gastar mensalmente para quitar a dívida.

Além disso, conhecer a respeito do plano escolhido, quais são as vantagens e quais são as desvantagens que essa linha de crédito oferece. Uma modalidade de empréstimo bastante comum para quem deseja comprar bens como um veículo, um móvel ou um eletrodoméstico é o Crédito Direto ao Consumidor. 

Apesar de o consumidor acabar escolhendo a primeira solução que aparece na hora do aperto, é preciso ter cuidado com o que se faz com o dinheiro. Um empréstimo serve para ser a solução e não se transformar em só mais uma dívida, de modo que é essencial saber qual modalidade é a correta. Se acontecer de escolher a errada, pode se tornar uma tremenda dor de cabeça.

O cheque especial, por exemplo, é uma saída de última hora para quem precisa de uma solução financeira urgente, mas deve ser encarado também como a última opção, uma vez que suas taxas de juros são as maiores do mercado financeiro. Em contrapartida, um financiamento com alienação como o empréstimo com garantia pode ser muito mais adequado na hora de adquirir um bem. 

Pensando nisso, a CashMe reuniu informações a respeito do Crédito Direto ao Consumidor para que fique mais fácil de avaliar se a sua situação e a sua condição financeira são adequados para essa modalidade de linha de crédito. Confira.

O que é o Crédito Direto ao Consumidor?

O Crédito Direto ao Consumidor (CDC) é um tipo de empréstimo oferecido ao consumidor para a aquisição de bens duráveis, de serviços a longo prazo ou até mesmo sem possuir um propósito específico. Geralmente, esse empréstimo é oferecido por empresas bancárias, financeiras e por lojas de departamento, os quais emprestam valores para o consumo de itens que não contam com um financiamento específico.

O Crédito Direto ao Consumidor está mais presente do que se imagina. Por exemplo, se o consumidor comprou um eletrodoméstico de forma parcelada, seja por meio do cartão de crédito ou por meio de um carnê feito pela própria loja, terá utilizado o recurso do crédito direto ao consumidor.

No caso do carnê, o financiamento foi concedido pela loja de departamento. Em contrapartida, no caso do cartão de crédito, o financiamento foi feito por uma instituição financeira. Portanto, é uma das modalidades de obtenção de empréstimo mais conhecidas no mercado brasileiro.  

O Crédito Direto ao Consumidor tem como objetivo disponibilizar ao consumidor meios de comprar bens ou de pagar por serviços que, a princípio, não teria condições de pagar à vista.

Como funciona o Crédito Direto ao Consumidor?

O Crédito Direto ao Consumidor pode funcionar de diferentes formas, de acordo com a pessoa que o concede. Caso for solicitado em empresas bancárias ou em uma financeira, o empréstimo é obtido em espécie, ou seja, em dinheiro. Desse modo, o cliente recebe diretamente o valor em espécie, que deve estar dentro de um limite pré-aprovado pelo banco ou pela financeira.

Contudo, nas lojas de departamento, o crédito é oferecido ao consumidor para compras até o limite do valor pré-aprovado pela própria loja. Esse limite de crédito pré-aprovado, seja na loja ou nos bancos e financeiras, é definido por meio de uma análise de crédito, como em qualquer outra modalidade de empréstimo.

O credor irá analisar a renda, o histórico de transações bancárias, valores de compras feitas anteriormente e se o consumidor possui ou não alguma restrição em seu CPF. Todos esses itens analisados conjuntamente demonstram a capacidade financeira do cliente de quitar o empréstimo, além de orientar a instituição – loja ou empresa bancária – na definição do limite pré-aprovado de cada consumidor de forma individual.

Entretanto, é preciso ficar atento. Caso o consumidor esteja com o nome negativado, ou seja, com as restrições no CPF, pode ser que o Crédito Direto ao Consumidor seja negado. Isso acontece porque a instituição financeira enxerga esse cliente como um mau pagador, que oferece mais riscos de não pagar as parcelas em dia. Para isso, é indicado fazer outro tipo de empréstimo.

Como qualquer operação financeira, essa modalidade de crédito também possui suas taxas. Essas taxas são livremente acordadas entre a instituição financeira e o cliente. Porém, possuem um prazo padrão para o pagamento de 60 meses.

Como contratar o Crédito Direto ao Consumidor?

A forma de contratação desse tipo de empréstimo depende da instituição financeira ou da loja de departamento responsável pelo mesmo. Logo, é importante pesquisar sobre as taxas de juros aplicadas em cada um dos lugares em que pode ser feito, assim como as suas condições de pagamento e as exigências de garantia antes de solicitar um empréstimo como este.

Essas taxas de juros aplicadas no empréstimo pelas instituições financeiras podem ser consultadas no site do Banco Central. É recomendado também que o consumidor faça um controle de seus gastos, para que a parcela do empréstimo seja compatível com suas condições financeiras

Apesar de cada instituição e loja possuírem suas próprias exigências, em via de regra, para contratar um empréstimo, é preciso apresentar alguns documentos como o comprovante de renda, cujo é essencial para provar que o consumidor poderá arcar com a dívida. No caso de solicitar o empréstimo em uma empresa bancária, essa informação será avaliada como uma espécie de garantia de que o cliente terá como pagar pelo mesmo.

Isso se deve ao fato de que há um percentual máximo do salário que pode ser comprometido para solicitar uma linha de crédito. Esse percentual é de, no máximo, 30% da renda mensal do consumidor. Contudo, vale ressaltar a importância de organizar com cuidado seu orçamento e estar ciente do valor de sua renda, que estará sendo comprometida com uma dívida.

Quais são as vantagens do Crédito Direto ao Consumidor?

Toda modalidade de empréstimo possui suas vantagens e desvantagens. Com o Crédito Direto ao Consumidor não seria diferente.

Uma das principais vantagens dessa modalidade de linha de crédito é que o consumidor obtém o bem financiado imediatamente, ou seja, já sai da loja com o eletrodoméstico em mãos, por exemplo, mesmo que ainda não tenha pago o seu valor total.

Além disso, o consumidor tem a opção de escolher o valor que irá pagar na entrada e o valor a ser financiado. Também é possível que o cliente antecipe as prestações, ainda que haja uma definição de valores em cada parcela, assim como o empréstimo pode ser quitado integralmente a qualquer momento, o que resulta na redução dos juros incidentes.

Outra vantagem desse tipo de empréstimo é que o cliente pode optar pelo contrato pré-fixado, ou seja, um contrato em que as taxas de juros já se encontram embutidas na prestação. Esse tipo de contrato permite que seja possível saber, exatamente e antecipadamente, quanto será pago mensalmente ao longo do pagamento do empréstimo, uma vez que não há correção posterior.

Em todos os tipos de contratos do empréstimo pelo Crédito Direto ao Consumidor os juros podem ser menores do que os incidentes que envolvem cheque especial e cartão de crédito. Essas duas modalidades de linha de crédito possuem as taxas de juros mais altas do mercado financeiro.

O Crédito Direto ao Consumidor também pode ser oferecido como parte integrante de um pacote de serviços bancários, como por exemplo o empréstimo pré-aprovado. Caso isso aconteça, a concessão do empréstimo é feita de forma imediata e sem muita burocracia para os correntistas da empresa bancária em que foi solicitado.

Existem diversas modalidades dentro do Crédito ao Consumidor, podendo ser escolhida aquela que mais cabe em sua necessidade, de acordo com os interessantes de quem precisa de capital. Por exemplo, há a modalidade voltada para a educação, outra para saúde, além daquelas opções oferecidas pelas lojas de departamento.

Como contratar o Crédito Direto ao Consumidor?

Como todo financiamento, o Crédito Direto ao Consumidor também apresenta desvantagens. A principal delas talvez seja a existência das taxas de juros que, ainda que sejam menores do que as do cheque especial e do cartão de crédito, são maiores do que as aplicadas no rendimento da poupança, por exemplo. 

Dessa forma, se utilizar o Crédito Direto ao Consumidor para comprar um carro, por exemplo, a tendência é que o valor final pago pelo empréstimo do CDC supere o valor do veículo, ocasionando assim a desvalorização do bem.

Outra desvantagem é que, quanto maior o período para o pagamento do empréstimo, maiores serão as taxas de juros aplicadas. Deste modo, é indicado que esses contratos sejam feitos para períodos mais curtos, evitando que o valor financiado seja pago em dobro.

Além dos juros,como em todos os outros tipos de empréstimo, há a incidência do Imposto sobre Operações Financeiras, conhecido também por IOF. Assim, por conta dos juros, de outras possíveis taxas de financiamento e do IOF, o valor pago pelo empréstimo acaba sendo maior do que o valor do bem financiado.

É importante ressaltar que, assim como em um empréstimo por garantia, no ato do financiamento o próprio bem adquirido é dado como garantia do empréstimo. Logo, é possível que seja retomado pela empresa bancária ou loja de departamentos caso haja inadimplência. 

Todavia, é possível que as instituições financeiras ou as lojas peçam ainda outros tipos de garantia para conceder o crédito, como a presença de um fiador com boas condições financeiras. Porém, isso varia do local onde o Crédito Direto ao Consumidor será solicitado, não sendo uma regra.

Vale a pena contratar o empréstimo do Crédito Direto ao Consumidor?

Existem muitas vantagens em adquirir um empréstimo pelo Crédito Direto ao Consumidor no caso de financiar um veículo, por exemplo. O bem não fica alienado ao banco como seria em um empréstimo com garantia. Contudo, o consumidor só será de fato proprietário do cliente quando o empréstimo foi quitado.

Além disso, com o Crédito Direto ao Consumidor é possível antecipar quantas parcelas o cliente bem entender, pagando assim menos taxas de juros. Também não há quantidades mínimas de parcelas nessa modalidade de linha de crédito, ou seja, o cliente pode optar por um plano de até duas parcelas, se assim desejar. 

Apesar de suas vantagens, esse tipo de empréstimo pode não ser adequado para algumas situações, de modo que é importante que o consumidor conheça e compare todas outras modalidades de linha de crédito antes de escolher uma. 

Outro ponto importante de ser avaliado é que o valor do bem adquirido não irá corresponder mais ao valor total no final do empréstimo. Desse modo, a dívida do empréstimo acaba sendo mais cara do que o valor do bem em si. Por isso, é importante escolher as melhores taxas e negociar um bom plano.

Entretanto, antes de escolher uma modalidade de crédito, planeje-se, pesquise e compare os valores de todas elas para não cometer um erro que irá comprometer todo o seu orçamento por meses, talvez anos. 

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Informações complementares referentes ao Empréstimo com Garantia de Imóvel: mínimo de 36 meses e máximo de 120 meses. “””Exemplo – Empréstimo de R$ 200.000,00 para pagar em 15 anos (180 meses) com LTV de 43,3% (sendo R$ 200.000,00 + despesas acessórias, para um apartamento avaliado em R$ 500.000,00) – Prestação inicial de R$ 2.685,09, com uma taxa de juros de 0,99% ao mês + IPCA, Sistema de Amortização Tabela Price. CET de 13,04% ao ano.”””


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