Você tem R$100 mil para investir e quer saber quanto esse valor pode render no Tesouro Direto? A resposta vai depender de alguns fatores importantes: qual título você escolhe, por quanto tempo pretende deixar o dinheiro aplicado e como está o cenário econômico do país. Em janeiro de 2026, com a Selic em 15% ao ano e inflação controlada próxima de 4%, o Tesouro Direto oferece oportunidades interessantes de rendimento.
Nos próximos parágrafos, você vai encontrar simulações práticas, comparações entre os diferentes títulos disponíveis e informações sobre impostos e custos que impactam seu retorno final. Vamos mostrar quanto R$100 mil podem render de verdade, considerando os cenários reais de 2026.
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Resumo rápido: retorno estimado com 100 mil
Quando você aplica R$100 mil no Tesouro Direto, o rendimento varia conforme o título escolhido e o prazo da aplicação. Em janeiro de 2026, estes são os retornos aproximados antes do imposto de renda:
Tesouro Selic (pós-fixado)
- 1 mês: R$ 1.250 (rendimento bruto de 1,25%)
- 6 meses: R$ 7.500 (rendimento bruto de 7,5%)
- 12 meses: R$ 15.000 (rendimento bruto de 15%)
Tesouro Prefixado 2028 (13% ao ano)
- 1 mês: R$ 1.083 (rendimento bruto de 1,08%)
- 6 meses: R$ 6.500 (rendimento bruto de 6,5%)
- 12 meses: R$ 13.000 (rendimento bruto de 13%)
Tesouro IPCA+ 2029 (IPCA + 7,93% ao ano) Considerando inflação projetada de 4% para 2026:
- 1 mês: R$ 993 (rendimento bruto de 0,99%)
- 6 meses: R$ 5.965 (rendimento bruto de 5,96%)
- 12 meses: R$ 11.930 (rendimento bruto de 11,93%)
Esses valores são apenas o componente de juros reais. Quando a inflação é incorporada ao rendimento total, o retorno nominal fica próximo de 12% ao ano.
O cenário de janeiro de 2026 apresenta juros elevados, reflexo da política monetária contracionista adotada pelo Banco Central para controlar a inflação. As taxas atuais estão entre as mais altas desde 2006, o que torna o momento particularmente atrativo para aplicações em renda fixa.
O que é Tesouro Direto e como funciona
O Tesouro Direto é um programa criado pelo governo federal que permite você emprestar dinheiro para o Tesouro Nacional em troca de remuneração. Na prática, você compra títulos públicos e recebe seu dinheiro de volta com juros no futuro.
O funcionamento é simples: você escolhe um título, investe o valor desejado e acompanha o rendimento até a data de vencimento ou até decidir vender antecipadamente. O acesso acontece por meio de uma corretora ou banco, e você pode começar com valores a partir de R$30.
A remuneração dos títulos segue três modelos principais: taxa prefixada (você já sabe quanto vai receber no vencimento), taxa pós-fixada (rendimento acompanha a Selic) e taxa híbrida (combinação de IPCA com taxa fixa). Cada modelo atende objetivos financeiros diferentes.
A liquidez do Tesouro Direto é diária. Você pode vender seus títulos antes do vencimento sempre que precisar do dinheiro. Mas atenção: quando você vende antes do prazo, o preço pode estar acima ou abaixo do valor que você pagou, dependendo de como as taxas de juros se movimentaram no período.
O imposto de renda incide sobre o rendimento de forma regressiva. Quanto mais tempo você mantém o investimento, menor a alíquota. Resgates em até 180 dias pagam 22,5%, enquanto aplicações acima de 720 dias pagam 15%. Esse imposto é descontado automaticamente no resgate ou vencimento.
Para simular os rendimentos dos diferentes títulos, você pode usar a calculadora oficial do Tesouro Direto, que considera todas as variáveis e mostra o retorno líquido após impostos.
Títulos disponíveis no Tesouro Direto
O Tesouro Direto oferece três categorias principais de títulos, cada uma com características específicas de rentabilidade, risco e finalidade. Entender essas diferenças ajuda você a escolher a opção mais adequada para seu objetivo financeiro.
Tesouro Selic
O Tesouro Selic rende de acordo com a taxa básica de juros da economia. Em janeiro de 2026, com a Selic em 15% ao ano, um investimento de R$100 mil nesse título renderia aproximadamente R$1.250 por mês, antes do imposto de renda.
Este título funciona como sua reserva de emergência ideal. O valor não sofre oscilações negativas na marcação a mercado, o que significa que você sempre pode resgatar pelo valor aplicado mais os rendimentos acumulados. A liquidez é diária, com o dinheiro caindo na sua conta em um dia útil após o pedido de resgate.
O Tesouro Selic 2028 e o Tesouro Selic 2031 são as opções disponíveis atualmente. A diferença entre eles está no vencimento, mas ambos rendem praticamente o mesmo percentual acima da Selic (um spread de cerca de 0,05% a 0,10% ao ano). Os investimentos abaixo de R$10 mil não pagam taxa de custódia.
Quanto ao imposto de renda, ele segue a tabela regressiva. Se você resgatar em 6 meses, pagará 20% sobre o lucro. Em 12 meses, a alíquota cai para 17,5%. Após 2 anos, você pagará apenas 15%.
Tesouro Prefixado
O Tesouro Prefixado trava uma taxa de rendimento no momento da compra. Em janeiro de 2026, o Tesouro Prefixado 2028 oferece 13,03% ao ano, enquanto o Tesouro Prefixado 2032 paga 13,62% ao ano.
Este título faz sentido quando você acredita que os juros vão cair ao longo do tempo. Se a Selic diminuir de 15% para 12%, por exemplo, seu título prefixado a 13% terá se valorizado e você pode vendê-lo com lucro antes do vencimento. Mas se os juros subirem, o preço do título cai na marcação a mercado.
Para quem leva até o vencimento, as oscilações de preço não importam. Você recebe exatamente a taxa contratada, independentemente de como o mercado se comportou durante o período. Por isso, o prefixado funciona bem para objetivos de prazo definido, como uma viagem daqui a 3 anos ou entrada de um imóvel em 2029.
A volatilidade aumenta quanto maior o prazo do título. O Tesouro Prefixado 2032 oscila mais que o 2028 porque as mudanças nas expectativas de juros têm impacto maior nos títulos longos. Se você não tem estômago para ver o saldo variar no curto prazo, prefira prazos mais curtos ou o Tesouro Selic.
Tesouro IPCA+
O Tesouro IPCA+ garante um rendimento real acima da inflação. Isso significa que, não importa quanto a inflação suba, você sempre ganhará o percentual combinado acima dela. Em janeiro de 2026, o Tesouro IPCA+ 2029 oferece IPCA + 7,93% ao ano, enquanto títulos mais longos como o IPCA+ 2040 pagam IPCA + 7,35% ao ano.
Esta categoria protege seu poder de compra no longo prazo. Se a inflação ficar em 4% ao ano e você tem um título IPCA+ 7,93%, seu rendimento nominal será de aproximadamente 12,3% ao ano. Se a inflação subir para 6%, seu rendimento nominal também sobe, mantendo os 7,93% de ganho real.
O Tesouro IPCA+ também sofre com oscilações de preço antes do vencimento. Quando as taxas sobem, os preços caem. Por isso, esse título funciona melhor quando você consegue levar até o fim. A volatilidade é ainda maior nos títulos de prazo mais longo, como o IPCA+ 2050 e o IPCA+ 2060.
Existem versões do IPCA+ com pagamento de juros semestrais, como o Tesouro IPCA+ 2035 com juros semestrais. Nesse formato, você recebe parte dos rendimentos a cada seis meses, o que pode funcionar como complemento de renda. Mas lembre-se: esses pagamentos semestrais também sofrem incidência de imposto de renda no momento do recebimento.
Tesouro RendA+
O Tesouro RendA+ é um título voltado para quem planeja complementar a aposentadoria. Ele funciona como uma previdência pública: você acumula recursos durante anos e depois recebe parcelas mensais por 20 anos, com correção pela inflação.
Este título combina as características do IPCA+ durante a fase de acumulação. Você investe mensalmente ou faz aportes esporádicos, e o dinheiro rende IPCA mais uma taxa prefixada. Quando chega a data escolhida para começar a receber, o montante acumulado é convertido em pagamentos mensais.
A principal diferença para outros títulos está na conversão automática em renda. Você não precisa se preocupar em fazer saques programados ou calcular quanto pode tirar por mês sem comprometer o patrimônio. O programa faz isso por você, garantindo uma renda mensal corrigida pela inflação.
Os títulos disponíveis têm diferentes anos para início do recebimento: RendA+ 2030, 2035, 2040, até 2065. Quanto mais jovem você é, mais tempo tem para acumular e maior será o valor das parcelas futuras. As taxas atuais estão entre IPCA + 6% e IPCA + 7% ao ano para a fase de acumulação.
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Como estimar o rendimento de 100 mil nos títulos
Para calcular quanto seus R$100 mil vão render no Tesouro Direto, você precisa considerar a taxa anual do título, o prazo da aplicação e os custos envolvidos. A fórmula básica usa juros compostos, mas como a taxa de custódia e o imposto de renda afetam o resultado final, vamos mostrar o cálculo completo.
No Tesouro Prefixado, o cálculo é direto. Se você investe R$100 mil a 13% ao ano por 2 anos, o montante bruto final será R$100.000 × (1,13)² = R$127.690. O rendimento de R$27.690 sofre desconto de IR de 17,5% (aplicação entre 361 e 720 dias), resultando em imposto de R$4.846. Você recebe R$122.844 líquidos, o que representa um rendimento líquido de 10,87% ao ano.
No Tesouro Selic, você precisa calcular o valor acumulado mês a mês, porque a Selic pode variar. Com a Selic em 15% ao ano em janeiro de 2026, um mês de rentabilidade seria aproximadamente 1,25% (15% ÷ 12 meses). Mas essa é uma simplificação, porque a Selic funciona por dias úteis. Em 12 meses com Selic constante, seus R$100 mil renderiam cerca de R$15.000 brutos. Com IR de 17,5%, o lucro líquido seria R$12.375.
Para o Tesouro IPCA+, você soma a inflação do período com a taxa real contratada. Se você tem IPCA + 7,93% e a inflação acumulada em 12 meses foi 4%, seu rendimento nominal seria aproximadamente 12,3% ao ano. Isso daria R$12.300 de lucro bruto em R$100 mil, resultando em R$10.152,50 líquidos após IR de 17,5% (12 meses de aplicação).
A diferença entre rendimento nominal e rendimento real é fundamental. O rendimento nominal é o percentual que você vê na conta, incluindo a inflação. O rendimento real desconta a inflação e mostra quanto seu poder de compra aumentou de verdade. Um título que rende 12% ao ano com inflação de 4% oferece apenas 8% de ganho real.
Simulações com exemplos práticos
Vamos simular três cenários reais com R$100 mil aplicados em janeiro de 2026, considerando as taxas atuais e os impostos:
Cenário 1: Curto prazo (6 meses) – Tesouro Selic 2028
Investimento: R$100.000 Taxa: Selic 15% ao ano + spread de 0,05% Rendimento bruto em 6 meses: R$7.525 Imposto de renda (20%): R$1.505 Taxa de custódia (0,20% ao ano): R$100 Rendimento líquido: R$5.920 Rentabilidade líquida: 5,92% no período
Este cenário funciona bem para quem precisa de liquidez e segurança. O rendimento supera a poupança e você pode resgatar a qualquer momento sem perder dinheiro.
Cenário 2: Médio prazo (12 meses) – Tesouro Prefixado 2028
Investimento: R$100.000 Taxa: 13,03% ao ano Rendimento bruto em 12 meses: R$13.030 Imposto de renda (17,5%): R$2.280 Taxa de custódia (0,20% ao ano): R$200 Rendimento líquido: R$10.550 Rentabilidade líquida: 10,55% no período
Neste cenário, você trava uma taxa boa e tem previsibilidade. Se os juros caírem ao longo do ano, você pode vender o título antes do vencimento e realizar lucro adicional.
Cenário 3: Longo prazo (5 anos) – Tesouro IPCA+ 2029
Investimento: R$100.000 Taxa: IPCA + 7,93% ao ano Inflação projetada: 4% ao ano Rendimento nominal anual: aproximadamente 12,3% Montante bruto após 5 anos: R$180.100 Rendimento bruto: R$80.100 Imposto de renda (15%): R$12.015 Taxa de custódia (0,20% ao ano × 5): R$1.000 Rendimento líquido: R$67.085 Rentabilidade líquida: 10,77% ao ano
Este cenário oferece proteção contra inflação e mantém seu poder de compra no longo prazo. Mesmo que a inflação suba para 6% ou 7%, você continua ganhando 7,93% acima dela.
As simulações consideram cenários estáveis, mas a realidade pode ser diferente. A Selic pode cair para 12% ao longo de 2026, alterando os rendimentos futuros do Tesouro Selic. A inflação pode surpreender para cima ou para baixo, afetando o retorno real do IPCA+. Por isso, a diversificação entre diferentes tipos de título pode fazer sentido.
Impostos, custos e taxas
O imposto de renda sobre os rendimentos do Tesouro Direto segue uma tabela regressiva. Quanto mais tempo você deixa o dinheiro aplicado, menor a alíquota:
- Até 180 dias: 22,5%
- De 181 a 360 dias: 20%
- De 361 a 720 dias: 17,5%
- Acima de 720 dias: 15%
Esse desconto acontece automaticamente no resgate ou vencimento do título. Você não precisa fazer nenhum cálculo ou pagamento adicional. A corretora retém o imposto na fonte e você recebe o valor líquido na sua conta.
Além do IR, existe o IOF para resgates em menos de 30 dias. A alíquota começa em 96% no primeiro dia e vai caindo 3% a cada dia, zerando no 30º dia. Na prática, isso inviabiliza resgates muito rápidos. Se você tirar o dinheiro com 15 dias, por exemplo, pagará 51% de IOF sobre o rendimento, além dos 22,5% de IR.
A taxa de custódia é cobrada pela B3, que guarda seus títulos. O valor é de 0,20% ao ano sobre o total investido, cobrada semestralmente (janeiro e julho). Mas existe uma isenção: investimentos em Tesouro Selic até R$10 mil não pagam taxa de custódia. Se você tem R$100 mil aplicados, pagará 0,20% sobre R$90 mil, economizando cerca de R$20 por ano.
As corretoras podem cobrar uma taxa de administração, mas a maioria não cobra nada para investimentos no Tesouro Direto. Antes de abrir conta, confirme se a corretora oferece taxa zero. Não faz sentido pagar para investir em títulos públicos quando existem tantas opções gratuitas no mercado.
Todos esses custos afetam seu rendimento líquido. Se você investe R$100 mil no Tesouro Prefixado a 13% ao ano por 12 meses, o rendimento bruto é R$13.000. Descontando IR de 17,5% (R$2.275) e taxa de custódia de R$200, você recebe R$10.525 líquidos. Isso representa uma rentabilidade líquida de 10,52%, bem diferente dos 13% anunciados.
Perguntas frequentes sobre investimento em Tesouro Direto
O rendimento do Tesouro Direto é garantido?
Sim. Os títulos do Tesouro Direto são emitidos pelo governo federal e têm garantia do Tesouro Nacional. Este é o investimento de menor risco do país, porque o governo sempre pode emitir moeda para pagar suas dívidas. Você só perde dinheiro se o Brasil quebrar completamente, cenário extremamente improvável.
A garantia vale para quem leva o título até o vencimento. Se você vender antes, pode ter lucro ou prejuízo dependendo de como as taxas se movimentaram. Mas isso não é “perda de garantia”, é apenas oscilação de mercado. O compromisso do governo em pagar a taxa contratada no vencimento continua valendo.
Posso perder dinheiro no Tesouro Direto?
Você pode ter prejuízo nominal se vender títulos prefixados ou IPCA+ antes do vencimento em momento de alta de juros. Quando as taxas sobem, os preços dos títulos caem. Por exemplo: você compra um Tesouro Prefixado 2028 a 13% ao ano e, 6 meses depois, os novos títulos estão pagando 14%. O seu título vale menos, porque oferece uma taxa inferior ao mercado atual.
Mas se você mantém o título até o vencimento, não tem prejuízo. Você recebe exatamente a taxa contratada, independente das oscilações que aconteceram no meio do caminho. O único cenário de perda real seria o governo dar calote, o que nunca aconteceu na história do Tesouro Direto.
O Tesouro Selic não sofre com esse problema. Como a rentabilidade acompanha a Selic diariamente, o preço não oscila negativamente. Você sempre pode resgatar pelo valor aplicado mais os rendimentos acumulados.
Quanto rende 100 mil por mês no Tesouro Direto?
Com a Selic em 15% ao ano em janeiro de 2026, R$100 mil no Tesouro Selic rendem aproximadamente R$1.250 brutos por mês, antes do imposto de renda. Esse valor varia conforme o Banco Central ajusta a taxa básica de juros.
No Tesouro Prefixado a 13% ao ano, o rendimento mensal bruto fica em torno de R$1.083. Mas lembre-se: esse é o rendimento proporcional. Você só recebe o dinheiro no vencimento ou se vender o título antes. Não existe pagamento mensal automático nos prefixados.
Para quem quer receber rendimentos mensais, o Tesouro IPCA+ com juros semestrais paga cupons a cada 6 meses. Não é mensal, mas distribui parte dos lucros periodicamente. O valor dos cupons depende da taxa contratada e do valor investido.
Vale a pena investir no Tesouro Direto com 100 mil?
Vale muito a pena, principalmente em 2026 com juros em patamar elevado. Com R$100 mil, você tem volume suficiente para diversificar entre diferentes tipos de título e construir uma carteira balanceada. O rendimento atual supera facilmente a poupança, que paga apenas 70% da Selic quando ela está acima de 8,5% ao ano.
Comparando com outras opções de renda fixa, o Tesouro Direto oferece segurança máxima e liquidez diária na maioria dos títulos. CDBs de bancos médios podem pagar um pouco mais, mas têm garantia limitada do FGC (R$250 mil por CPF por instituição). Com R$100 mil, você pode querer evitar esse risco adicional.
Como declarar o Tesouro Direto no imposto de renda?
Você declara seus títulos do Tesouro Direto na ficha de Bens e Direitos, código 45 (aplicações de renda fixa). Informe o saldo em 31 de dezembro do ano anterior e o saldo em 31 de dezembro do ano atual. Não precisa declarar os rendimentos separadamente, porque o imposto já foi retido na fonte.
Se você vendeu títulos durante o ano ou recebeu pagamentos de juros semestrais, esses rendimentos aparecem no informe de rendimentos da sua corretora. Eles vão para a ficha de Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva. O programa da Receita Federal importa esses dados automaticamente quando você carrega o informe.
A declaração do Tesouro Direto é simples e direta. A corretora fornece todas as informações necessárias no informe de rendimentos, que fica disponível geralmente em fevereiro de cada ano. Basta copiar os valores para os campos corretos da declaração.
Posso sacar o dinheiro do Tesouro Direto a qualquer momento?
Sim, você pode vender seus títulos do Tesouro Direto em qualquer dia útil. O pedido de resgate feito até 13h é processado no mesmo dia, e o dinheiro cai na sua conta no dia útil seguinte. Não existe carência ou prazo mínimo de aplicação para resgatar.
Mas sacar antes do vencimento tem consequências. No Tesouro Selic, você recebe o valor investido mais os rendimentos acumulados, sem surpresas. Nos títulos prefixados e IPCA+, você pode receber mais ou menos que o valor investido, dependendo de como as taxas de juros se movimentaram desde a compra.
Além disso, resgates em menos de 30 dias pagam IOF regressivo, que pode comer boa parte do rendimento. E o imposto de renda aumenta quanto menor o prazo da aplicação. Por isso, o ideal é planejar seus investimentos e deixar o dinheiro render pelo tempo adequado ao seu objetivo.
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