É produtor agrícola e precisa de um empréstimo? A CashMe tem a solução. Confira:

Quando se é um produtor rural, garantir os recursos financeiros é indispensável para trazer resultados mais satisfatórios nas atividades do campo. Por ser o sustento de muita gente e a base alimentícia do país, é necessário que a produção seja o melhor possível e não podem existir dívidas, por exemplo. 

No entanto, com a crise econômica no país, isso tem se tornado cada vez mais difícil de realizar. Uma alternativa de fazê-lo, tanto para saldar as dívidas da propriedade rural quanto para investir nela, é o empréstimo rural.

Antes de fazer um empréstimo, é importante se planejar com cuidado, pesquisar tudo a respeito da modalidade e escolher a certa. Caso contrário, o prejuízo vai ser ainda maior. Pensando nisso, a CashMe trouxe tudo o empréstimo rural. Assim, não haverá erro na hora de contratá-lo.

O que é o empréstimo rural?

O empréstimo rural é uma modalidade de linha de crédito destinado ao desenvolvimento das atividades agrícolas e pecuárias. Geralmente, essa categoria de empréstimo apresenta taxas de juros menores do que aqueles concedidos para outras atividades econômicas. 

O crédito rural é utilizado para custear a comercialização e a produção de produtos agropecuários. Isso abrange o armazenamento, o beneficiamento, a industrialização e a modernização das atividades exercidas no campo.

O empréstimo rural é importante para cobrir as despesas dos ciclos produtivos, além de permitir que haja investimentos em bens ou serviços usados pelos produtores rurais por um longo período. Contudo, o crédito liberado é limitado e o valor total é controlado pelo Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR).

Para obtê-lo, é necessário provar que atua como produtor rural de maneira informal.

Não é preciso ser o proprietário do local em que ocorre a atividade.A regularização da atividade pode ser provada por meio de um contrato de parceria ou arrendamento.

Algumas instituições financeiras podem solicitar a cópia da matrícula da propriedade, sendo o ideal fornecer uma cópia do documento atualizado que tenha, no máximo, 30 dias de emissão. Como as propriedades rurais apresentam muitas matrículas, a que deve ser apresentada é a matrícula onde será implementada a cultura ou onde será utilizado o empréstimo.

Em contrapartida, para aqueles que não são proprietários de imóveis rurais, podem apresentar o contrato de declaração de posse ou parceria. A instituição financeira pode solicitar que o documento seja registrado em cartório.

Caso o financiamento envolver culturas irrigadas, o produtor rural deve apresentar a Outorga da Água. Essa iniciativa é uma forma do trabalhador comprovar que está exercendo a atividade de maneira correta e respeitando as normas ambientais. 

Para conseguir a liberação de crédito no empréstimo rural, a propriedade deve estar registrada no Cadastro Ambiental Rural (CAR). Algumas instituições também podem pedir o histórico de notas fiscais emitidas. Apresentá-las em grande quantidade e atualizadas aumenta as chances da aprovação do crédito.

Quais os tipos de empréstimo rural?

Como toda solicitação de empréstimo, é preciso se planejar e saber qual a melhor escolha, a que cabe no orçamento e se encaixa no perfil do consumidor. Existem três modalidades, tendo cada uma um uso específico.

  • a corrente – nessa modalidade os recursos financeiros são destinados à melhora da produção, sem nenhum tipo de assistência técnica.
  • a educativa – tem como objetivo melhorar a produção agropecuária e oferecer assistência técnica por meio de projetos ou planos voltados para a orientação do trabalhador rural.
  • a especial – aqui os recursos são encaminhados para as cooperativas de produtores rurais, podendo ser utilizados em ações dos associados ou da entidade. 

Quais as vantagens do empréstimo rural?

Esse tipo de financiamento traz a vantagem de contemplar diversas necessidades dos produtores rurais. Um outro atrativo importante são as baixas taxas de juros em relação à outros tipos de empréstimo, variando de acordo com a modalidade de crédito escolhida, assim como de instituição para instituição.

Os prazos para o pagamento das parcelas do empréstimo rural depende do tipo de financiamento escolhido dentro dessa categoria, mas costumam ser altos por conta da atividade raramente oferecer um retorno imediato.

Além disso, oferece a oportunidade para pequenos produtores investirem em sua propriedade e atividades por meio de equipamentos melhores, expandindo assim o seu negócio de uma maneira que não seria possível sem o crédito. 

Quem pode solicitar um empréstimo rural?

O empréstimo rural pode ser contratado pelo produtor rural, sendo pessoa física ou jurídica, e cooperadoras destinadas aos trabalhos no campo. 

Nos segmento agrícola, diversas produções de itens podem ser contempladas como açúcar, café, cana-de-açúcar, mandioca, soja, entre outros. Já no segmento pecuário, o empréstimo rural pode abranger a avicultura, a ovinocultura, a suinocultura, a caprinocultura e a bovinocultura de leite e corte.

Não podem solicitar o empréstimo rural estrangeiros que moram no exterior, os sindicatos rurais e os parceiros. Nesse último caso, pode acontecer do contrato de parceria limitar o acesso a qualquer um dos integrantes ao financiamento.

A liberação de empréstimo rural leva em consideração a classificação dos produtores rurais baseados na Receita Bruta Agropecuária Anual (RBA). Os trabalhadores são divididos nas categorias de pequeno  produtor (360 mil reais), médio produtor (acima de 360 mil reais e até 1,76 milhão de reais) e grande produtor (superior a 1,76 milhão de reais).

Quais são as garantias necessárias para contratar o empréstimo rural?

As garantias dos empréstimos são uma forma da instituição financeira cumprir as determinações do Banco Central – BACEN, na contratação de crédito agrícola. Além disso, servem como segurança tanto para o trabalhador rural quanto para a instituição.

Geralmente as garantias são definidas de acordo com o tipo de investimento escolhido e o prazo para o pagamento das parcelas. As mais comuns são alienação fiduciária, aval ou fiança, hipoteca comum ou cedular, penhor agrícola, cedular, florestal, mercantil e pecuário e a proteção de preço futuro da commodity agropecuária, 

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Informações complementares referentes ao Empréstimo com Garantia de Imóvel: mínimo de 36 meses e máximo de 120 meses. “””Exemplo – Empréstimo de R$ 200.000,00 para pagar em 15 anos (180 meses) com LTV de 43,3% (sendo R$ 200.000,00 + despesas acessórias, para um apartamento avaliado em R$ 500.000,00) – Prestação inicial de R$ 2.685,09, com uma taxa de juros de 0,99% ao mês + IPCA, Sistema de Amortização Tabela Price. CET de 13,04% ao ano.”””


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