Você quer comprar um carro mas não tem dinheiro para dar entrada. A boa notícia: financiar sem entrada realmente existe. A notícia que você precisa saber: as condições mudam bastante e o custo total pode ficar bem mais alto se você não souber como negociar.
Vamos explicar como funciona o financiamento sem entrada, quais bancos e financeiras oferecem essa modalidade, o que você precisa para ser aprovado e as estratégias para não pagar muito mais por isso. No final, você vai saber se vale a pena no seu caso e como conseguir as melhores condições.
Sabia que existe um tipo de crédito com juros até 12 vezes menores do que os dos empréstimos tradicionais?
É o empréstimo com garantia de imóvel!
Você consegue até 60% do valor do seu imóvel e pode usar para qualquer fim, como pagamento de dívidas, reforma, capital de giro, entre outros.
É possível financiar carro sem entrada?
Sim, você consegue financiar um carro sem dar entrada. Bancos, financeiras e até consórcios oferecem essa possibilidade, mas com algumas condições específicas. A entrada existe para reduzir o risco do banco: quanto menos você paga de entrada, maior o valor financiado e maior o risco de inadimplência.
Quando você financia 100% do valor do carro, o banco assume mais risco. Por isso, eles compensam de três formas:
1. Análise de crédito mais rigorosa: Você precisa ter score de crédito bom (geralmente acima de 600), renda comprovada estável e histórico sem restrições recentes.
2. Juros maiores: As taxas para financiamento sem entrada costumam ser 1% a 3% ao ano mais altas que financiamentos com entrada de 20% ou 30%.
3. Exigência de seguros e garantias adicionais: Muitos bancos condicionam o financiamento à contratação de seguro total do veículo, às vezes até seguro de proteção financeira.
Como funciona o financiamento sem entrada?
O processo segue estas etapas:
Etapa 1: Escolha do veículo Você seleciona o carro que quer comprar e verifica o preço com a concessionária ou vendedor. Pode ser carro novo ou seminovo, mas veículos muito antigos (acima de 10 anos) raramente conseguem financiamento sem entrada.
Etapa 2: Simulação Você faz simulação em bancos, financeiras ou diretamente na concessionária. A simulação mostra: valor das parcelas, prazo, taxa de juros e CET (Custo Efetivo Total).
Etapa 3: Análise de crédito Você envia documentos e a instituição analisa sua capacidade de pagamento. Eles verificam: score de crédito, renda, histórico de pagamentos, comprometimento atual da renda com outras dívidas.
Etapa 4: Aprovação e contrato Se aprovado, você assina o contrato. Leia atentamente: taxa de juros, CET, valor total a pagar, obrigatoriedade de seguros, multas por atraso.
Etapa 5: Pagamento das parcelas As parcelas começam geralmente 30 dias após a liberação do crédito. O carro fica alienado ao banco até você quitar completamente o financiamento.
Condições comuns por modalidade
Financiamento direto com banco:
- Score mínimo: 600 a 700
- Renda mínima: 3 a 4 vezes o valor da parcela
- Comprovação: 3 últimos contracheques ou imposto de renda
- Taxa de juros: 1,8% a 3% ao mês
- Prazo: até 60 meses
Consórcio:
- Sem análise de score (mas precisa ser sorteado ou dar lance)
- Taxa de administração: 15% a 25% do valor do bem
- Prazo: 60 a 100 meses
- Você não recebe o carro imediatamente
CDC (Crédito Direto ao Consumidor):
- Score mínimo: 500 a 600
- Juros mais altos: 2,5% a 4% ao mês
- Aprovação mais rápida
- Prazo: até 48 meses
É mais caro no longo prazo?
Sim, significativamente mais caro. Vamos aos números para você entender o impacto.
Exemplo 1: Carro de R$ 60.000 com entrada de 30%
Valor financiado: R$ 42.000 Taxa: 2% ao mês Prazo: 48 meses Parcela: R$ 1.313 Total pago: R$ 63.024 Custo do crédito: R$ 21.024
Exemplo 2: Mesmo carro sem entrada
Valor financiado: R$ 60.000 Taxa: 2,5% ao mês (0,5% maior por não ter entrada) Prazo: 48 meses Parcela: R$ 2.030 Total pago: R$ 97.440 Custo do crédito: R$ 37.440
Diferença: R$ 16.416 a mais por financiar sem entrada.
Perceba que não é só o valor maior financiado que aumenta o custo. A taxa de juros mais alta amplifica ainda mais a diferença. Você paga 78% mais de juros no financiamento sem entrada.
O próximo passo para entender seu caso (seminovo vs zero quilômetros)
Carros zero quilômetros:
Vantagens: garantia de fábrica, aprovação mais fácil do crédito, taxas um pouco menores
Desvantagens: desvalorização brutal no primeiro ano (20% a 30%), preço mais alto
Carros seminovos (até 3 anos):
Vantagens: preço 30% a 40% menor que o zero, desvalorização mais lenta Desvantagens: juros ligeiramente maiores, exigência de vistoria prévia, não tem garantia de fábrica
Para financiar sem entrada, seminovos entre 1 e 3 anos costumam ser a melhor opção. Você paga menos pelo carro e mesmo com juros um pouco maiores, o custo total fica inferior a financiar um zero quilômetros.
Modalidades que permitem financiar sem entrada
Financiamento direto com bancos/financeiras
O financiamento tradicional funciona assim: o banco libera o dinheiro para a concessionária ou vendedor, você recebe o carro e paga parcelas mensais ao banco. O carro fica alienado (você não pode vender sem autorização do banco) até quitar tudo.
Documentos necessários:
RG e CPF Comprovante de residência (até 3 meses)
Comprovante de renda (contracheques, IR, extratos bancários)
CNH válida
Declaração de Imposto de Renda (se autônomo ou renda acima de R$ 8 mil)
Prazos:
Análise de crédito: 1 a 5 dias úteis
Assinatura do contrato: 1 dia
Liberação do crédito: 1 a 3 dias úteis
Total: 3 a 9 dias úteis em média
CET típico:
Carros novos: 25% a 35% ao ano
Carros usados: 30% a 45% ao ano
O CET inclui taxa de juros, IOF, tarifa de cadastro, registro de contrato e seguros obrigatórios. Sempre compare pelo CET, nunca apenas pela taxa de juros, porque o CET mostra o custo real total da operação.
Leasing, compra programada e consórcio (quando faz sentido)
Leasing (arrendamento mercantil):
Você “aluga” o carro com opção de compra no final. Tecnicamente o carro pertence ao banco durante todo o período. No final do contrato, você pode:
- Devolver o carro
- Comprar pagando o valor residual (geralmente 10% a 30% do valor original)
- Renovar o contrato
Vantagens: aprovação mais fácil, parcelas menores, você pode trocar de carro com frequência Desvantagens: você não é dono do carro, quilometragem limitada, multas por danos
Faz sentido para: pessoas jurídicas (benefício fiscal), quem troca de carro frequentemente, quem não quer se preocupar com manutenção
Compra programada:
Você paga parcelas mensais e após determinado percentual pago (geralmente 30% a 50%), você pode retirar o carro. Continua pagando as parcelas mesmo já tendo o veículo.
Vantagens: sem análise de crédito rigorosa, sem juros (apenas taxa de administração), pode contemplar antes se der lances
Desvantagens: não leva o carro imediatamente, taxa de administração alta (15% a 20%)
Faz sentido para: quem tem paciência, quem não tem pressa, quem não consegue aprovação em financiamento tradicional
Consórcio:
Você entra em um grupo, todos pagam parcelas mensais e todo mês alguém é sorteado ou dá lance e leva o carro. Você continua pagando suas parcelas normalmente até completar o prazo.
Vantagens: sem juros, apenas taxa de administração (15% a 25%), pode usar FGTS em algumas situações Desvantagens: demora para ser contemplado (média de 3 a 5 anos), lances altos para antecipar
Faz sentido para: quem planeja com antecedência, quem não precisa do carro agora, quem tem disciplina para pagar durante anos antes de receber
Como comparar propostas de financiamento sem entrada
Passo 1: Solicite simulação de pelo menos 3 instituições
Não aceite a primeira proposta. Bancos, financeiras e até a concessionária têm parcerias com instituições diferentes. Cada uma oferece condições diferentes.
Passo 2: Compare o CET, não apenas os juros
O CET (Custo Efetivo Total) mostra o custo real. Duas propostas com mesma taxa de juros podem ter CETs muito diferentes por causa de tarifas, seguros obrigatórios e IOF.
Exemplo: Proposta A: juros de 2% ao mês, CET de 32% ao ano Proposta B: juros de 2,2% ao mês, CET de 30% ao ano
A proposta B, mesmo com juros maiores, tem custo total menor porque tem menos tarifas e cobranças extras.
Passo 3: Calcule o total a pagar
Multiplique o valor da parcela pelo número de parcelas. Compare com o valor do carro. A diferença mostra quanto você está pagando pelo crédito.
Carro de R$ 50 mil 48 parcelas de R$ 1.800 = R$ 86.400 Custo do crédito: R$ 36.400 (73% do valor do carro)
Você precisa avaliar se vale a pena pagar essa diferença ou se compensa juntar dinheiro por alguns meses para dar uma entrada e reduzir o custo.
Passo 4: Verifique flexibilidade para amortização
Pergunte se você pode antecipar parcelas ou fazer amortizações sem multa. Bancos que permitem antecipação livre oferecem mais flexibilidade para reduzir juros no futuro.
Como se preparar para aprovação sem entrada
Score de crédito e renda comprovada
Seu score de crédito funciona como uma nota que indica ao banco o risco de você não pagar. Scores acima de 700 facilitam muito a aprovação. Entre 600 e 700, você consegue aprovação mas com condições menos favoráveis. Abaixo de 600, fica difícil conseguir financiamento sem entrada.
Você pode consultar seu score gratuitamente em sites como Serasa, Boa Vista e SPC. Se seu score está baixo, trabalhe para melhorá-lo antes de solicitar o financiamento.
Renda comprovada:
Bancos exigem que sua renda seja pelo menos 3 a 4 vezes o valor da parcela. Se a parcela é R$ 1.500, você precisa comprovar renda de pelo menos R$ 4.500 a R$ 6.000.
Para CLT: últimos 3 contracheques Para autônomos: declaração de IR + extratos bancários dos últimos 6 meses Para empresários: declaração de IR da pessoa jurídica + pró-labore
Quanto mais documentação você apresentar, melhores as chances de aprovação e melhores as condições oferecidas.
Documentos necessários e organização
Organize estes documentos antes de solicitar:
Documentos pessoais:
- RG e CPF (originais e cópias)
- CNH válida
- Comprovante de residência atualizado (máximo 90 dias)
- Certidão de casamento (se casado)
Documentos de renda:
- Contracheques (últimos 3 meses)
- Declaração de Imposto de Renda (último exercício)
- Extratos bancários (últimos 3 a 6 meses)
- Contrato social e faturamento (se empresário)
Documentos do veículo:
- Anúncio ou proposta da concessionária com valor
- Documentos do carro (se usado)
- Laudo de vistoria (se usado, acima de 5 anos)
Tenha tudo digitalizado em boa qualidade. Isso acelera a análise e evita pedidos de reenvio de documentos.
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Como melhorar as chances de aprovação sem entrada
Melhorar o score de crédito rapidamente
Você pode subir 50 a 100 pontos no score em 2 a 3 meses fazendo o seguinte:
1. Pague todas as contas em dia
Atrasos, mesmo de R$ 50 em uma conta de telefone, derrubam o score. Configure pagamentos automáticos para não esquecer.
2. Cadastre suas contas fixas no Cadastro Positivo
Luz, água, telefone, internet: quando você paga em dia, essas informações vão para o Cadastro Positivo e aumentam seu score.
3. Mantenha seu cadastro atualizado
Atualize telefone, e-mail e endereço nos birôs de crédito. Cadastros desatualizados diminuem o score.
4. Evite consultar seu CPF em várias lojas simultaneamente
Cada consulta de crédito fica registrada. Muitas consultas em pouco tempo indicam desespero por crédito e diminuem o score.
5. Negocie dívidas antigas
Mesmo dívidas de anos atrás que você esqueceu afetam seu score. Negocie e quite, mesmo que seja com desconto.
Reduzir solicitações de crédito
Cada vez que você solicita crédito (cartão, empréstimo, financiamento), o banco consulta seu CPF. Muitas consultas em 30 dias enviam um sinal negativo: você está desesperado por dinheiro.
Limite suas solicitações a 2 ou 3 instituições por mês. Se você precisa comparar propostas, faça simulações (que não consultam o CPF) antes de solicitar formalmente.
Estratégias para reduzir o custo total
Escolha do prazo ideal
Quanto mais longo o prazo, menor a parcela mas maior o total pago.
Carro de R$ 60.000 financiado sem entrada a 2,5% ao mês:
36 meses: parcela de R$ 2.470, total de R$ 88.920
48 meses: parcela de R$ 2.030, total de R$ 97.440
60 meses: parcela de R$ 1.750, total de R$ 105.000
Diferença entre 36 e 60 meses: R$ 16.080 a mais no total, mas parcela R$ 720 menor.
Escolha o menor prazo que você consegue pagar confortavelmente. Se a parcela de 36 meses compromete mais de 30% da sua renda, alongue para 48 meses. Evite 60 meses a menos que seja absolutamente necessário.
Amortização extra com recursos adicionais
Se você receber 13º salário, restituição de IR, bônus ou qualquer entrada extra, use para amortizar o financiamento. Você tem duas opções:
Reduzir o valor das parcelas: Mantém o prazo original, diminui o valor mensal
Reduzir o prazo: Mantém o valor da parcela, termina de pagar antes
A segunda opção (reduzir prazo) economiza mais juros no total. Mas a primeira (reduzir parcela) alivia mais o orçamento mensal.
Carla financiou R$ 50 mil em 48 meses a 2,5% ao mês. Parcela de R$ 1.690. No décimo mês, recebeu R$ 10 mil de bônus e amortizou. Optou por reduzir o prazo de 48 para 36 meses. Economizou R$ 8.200 em juros.
Avaliar seguro, manutenção e custos adicionais
O carro custa muito além da parcela do financiamento:
Seguro: Carros financiados exigem seguro total (R$ 1.500 a R$ 4.000 por ano dependendo do modelo)
IPVA: 4% do valor do carro por ano Carro de R$ 60 mil = R$ 2.400 de IPVA anual
Manutenção: Revisões, pneus, freios: R$ 200 a R$ 500 mensais em média
Combustível: Depende do uso, mas conte R$ 400 a R$ 800 mensais
Total de custos mensais típicos: Parcela: R$ 2.000 Seguro: R$ 250 (dividido em 12x) IPVA: R$ 200 (dividido em 12x) Manutenção: R$ 300 Combustível: R$ 600 Total: R$ 3.350 mensais
Muita gente foca apenas na parcela e esquece o resto. Certifique-se de que você consegue pagar todos esses custos somados sem comprometer mais de 30% da renda familiar.
Simulações e comparação de propostas
Entenda CET e custo efetivo total
O CET (Custo Efetivo Total) representa o verdadeiro custo do financiamento, incluindo:
Taxa de juros IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) Tarifa de cadastro Registro de contrato Seguros obrigatórios
Duas propostas com a mesma taxa de juros podem ter CETs bem diferentes.
Proposta 1:
Juros: 2,5% ao mês (34,5% ao ano)
Tarifa de cadastro: R$ 800
Seguro obrigatório: R$ 1.200
IOF: R$ 450
CET: 39,2% ao ano
Proposta 2:
Juros: 2,5% ao mês (34,5% ao ano)
Tarifa de cadastro: R$ 0
Seguro obrigatório: R$ 600 (mais barato)
IOF: R$ 450
CET: 36,8% ao ano
Mesmos juros, mas a Proposta 2 tem custo total 2,4% menor por ano. Em um financiamento de R$ 60 mil por 48 meses, isso representa economia de cerca de R$ 3.500.
Como interpretar parcelas vs juros
Parcelas menores nem sempre significam negócio melhor.
Opção A: 48 meses Parcela: R$ 2.030 Total pago: R$ 97.440
Opção B: 60 meses Parcela: R$ 1.750 Total pago: R$ 105.000
A Opção B tem parcela R$ 280 menor, mas você paga R$ 7.560 a mais no total. Os juros compostos transformam esses 12 meses extras em muito dinheiro adicional.
Amortização funciona assim: no início, você paga mais juros que principal. No final, inverte.
Parcela 1 de R$ 2.030: R$ 1.500 de juros R$ 530 de amortização (redução da dívida)
Parcela 24 de R$ 2.030: R$ 1.100 de juros R$ 930 de amortização
Parcela 48 de R$ 2.030: R$ 50 de juros R$ 1.980 de amortização
Por isso antecipar parcelas iniciais economiza muito mais juros que antecipar parcelas finais.
Perguntas frequentes
Consigo financiar carro sem entrada tendo nome restrito?
Muito difícil. Bancos e financeiras rejeitam automaticamente quem tem restrições ativas no CPF. Você precisa primeiro negociar e quitar (ou pelo menos regularizar) as dívidas que geraram a restrição. Depois de limpo o nome, aguarde 1 a 2 meses para o score começar a subir e aí tente o financiamento.
Quanto tempo leva para aprovar financiamento sem entrada?
De 3 a 9 dias úteis em média. A análise de crédito leva 1 a 3 dias, a assinatura do contrato 1 dia e a liberação do dinheiro mais 1 a 3 dias. Pode demorar mais se houver pendências documentais ou se o banco solicitar informações adicionais.
Posso financiar carro usado sem entrada?
Sim, mas com limitações. Carros com até 10 anos aceitam financiamento sem entrada, embora quanto mais velho o carro, mais difícil a aprovação. Veículos acima de 10 anos geralmente exigem entrada mínima de 30% a 50%.
Vale mais a pena dar entrada ou investir esse dinheiro?
Depende da taxa de juros. Se o financiamento cobra 2,5% ao mês (34,5% ao ano) e você consegue investimentos que rendem 15% ao ano, matematicamente vale mais financiar sem entrada e investir. Mas na prática, poucos investimentos seguros rendem 34,5% ao ano. Geralmente compensa dar entrada para reduzir juros.
Posso trocar de carro antes de quitar o financiamento?
Sim, mas você precisa quitar o saldo devedor ou transferir a dívida para o novo comprador (com autorização do banco). Se o carro vale menos que o saldo devedor, você precisará cobrir a diferença do próprio bolso.
Financiamento sem entrada piora meu score?
Não. O financiamento em si não piora o score, desde que você pague em dia. Atrasos é que destroem o score rapidamente. Um financiamento pago em dia pode até melhorar seu histórico de crédito.
Quanto fica a parcela de um carro de R$ 50 mil sem entrada?
Depende do prazo e da taxa. Com taxa de 2,5% ao mês:
- 36 meses: R$ 2.060
- 48 meses: R$ 1.690
- 60 meses: R$ 1.460
Posso financiar carro sem comprovar renda?
Extremamente difícil. Apenas algumas financeiras especializadas fazem isso, mas com juros altíssimos (4% a 6% ao mês) e prazos curtos. Não recomendamos. Se você trabalha mas não tem comprovação formal, tente conseguir declaração do empregador ou use extratos bancários mostrando depósitos regulares.
Consigo financiar sem entrada tendo score abaixo de 600?
Muito difícil nos bancos tradicionais. Algumas financeiras especializadas aceitam scores a partir de 500, mas com condições bem piores: juros de 3,5% a 4,5% ao mês e prazos mais curtos. Melhor trabalhar para subir o score antes de solicitar.
O que acontece se eu atrasar parcelas do financiamento?
Atraso de 1 mês: multa de 2% + juros de mora de 1% ao mês, negativação do CPF após 30 dias Atraso de 3 meses: banco pode iniciar processo de busca e apreensão do veículo Atraso de 6 meses: grande chance de o banco tomar o carro, vendê-lo em leilão e você ainda ficar devendo a diferença se o leilão não cobrir a dívida
Se você está com dificuldade de pagar, a melhor opção é negociar com o banco antes de atrasar. Muitos bancos aceitam renegociar prazos ou até dar carência de alguns meses. O pior que você pode fazer é simplesmente parar de pagar sem avisar.
Para quem está endividado e precisa de um carro, talvez fazer mais um financiamento não seja a melhor solução. Se você tem imóvel próprio, considere usar Home Equity para consolidar todas as suas dívidas em uma parcela só com juros muito menores.
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