Quem está endividado sabe o quanto é complicado colocar as contas em dia e, algumas vezes, parece que será impossível fazer isso novamente. Por isso, resolvemos trazer para debate um assunto muito importante para o seu planejamento financeiro: como negociar dívidas.

Utilizando estratégias certas, é possível conseguir ótimos descontos sobre o valor total do seu débito ou até mesmo fazer um parcelamento que caiba no seu bolso. Porém, qual a forma correta de fazer isso? Por isso, vamos falar sobre isso ao longo do texto. Boa leitura!

Como negociar suas dívidas seguindo 6 dicas importantes:

1. Defina um plano de ação

A primeira coisa que você precisa fazer antes de partir para a negociação prática das suas dívidas é analisar as opções que tem para pagar esses débitos. É isso que representa o plano de ação. Afinal, é preciso avaliar como está a sua situação financeira no momento e o que será preciso e possível de fazer para solucionar os problemas.

2. Calcule todos os seus débitos

O primeiro passo do seu plano de ação é analisar quanto, de fato, você está devendo. Para isso, faça uma lista com todas as contas atrasadas, incluindo cartão de crédito, cheque especial, parcelas de financiamento etc.

Calcule qual o montante total de todas essas dívidas e observe quanto corresponde ao valor real do débito e quanto é resultado apenas de juros.

3. Analise o seu orçamento

A próxima etapa é observar o seu orçamento. Veja o dinheiro disponível que possui para lidar com as contas atrasadas. Por isso, avalie a necessidade de vender algum bem e a possibilidade de pedir um empréstimo.

De qualquer forma, você deve ter em mente que a quitação das dívidas não pode comprometer todo o seu capital. Do contrário, mais débito podem surgir.

4. Defina quanto você pode pagar no momento

A última etapa do planejamento para negociar dívidas é analisar o capital que pode ser utilizado para realizar os pagamentos. Com esse valor em mente, você terá como argumentar melhor com a instituição financeira e aceitar ou recusar possíveis acordos oferecidos.

Além disso, ficará mais fácil analisar se é melhor optar por um pagamento à vista ou parcelado. Algo que vamos detalhar em um tópico mais à frente.  

5. Fale com a instituição financeira

Quando já tiver feito todos os seus cálculos, será o momento de entrar em contato com a instituição financeira. Nesse caso, você pode ligar para a central de atendimento do cartão de crédito, conversar com o gerente do seu banco ou com o setor financeiro de qualquer empresa na qual esteja com dívidas.

Durante esse momento, explique que deseja fazer um acordo para pagar o débito e pergunte se eles possuem alguma proposta disponível. Além disso, esclareça todas as possíveis dúvidas que possam surgir.

Desse modo, questione de quanto será o desconto percentual sobre o total do débito no caso de um pagamento à vista e verifique o valor dos juros caso opte por um parcelamento. Converse sobre a melhor data de vencimento para o acordo que fizer e questione o que ocorre se você atrasar o pagamento.

6. Escolha o pagamento à vista ou parcelado

Na hora de negociar dívidas, você pode escolher fazer um acordo à vista ou parcelado, porém descobrir qual a melhor opção vai depender do seu plano de ação.

Em geral, com uma quitação à vista é possível obter grandes descontos. Além disso, é preciso analisar se o seu orçamento suporta esse tipo de “desfalque”. Aqui, você pode analisar se vale a pena vender algum bem ou fazer um empréstimo para conseguir esse abatimento total.   

Caso opte pela segunda opção, uma dica é verificar as opções de crédito disponíveis aqui na CashMe, cuja taxa de juros mínima é de 0,99% ao mês.

Porém, se não conseguir esse valor integral, o parcelamento pode ser um bom caminho para limpar o nome e impedir que a sua dívida continue crescendo. Aqui, a instituição financeira, dificilmente, consegue dar descontos.

Na verdade, acabam incidindo novos juros sobre o débito, porém as parcelas podem ser bem atrativas e o melhor, caberem no seu orçamento.

Como evitar novas dívidas?

Agora que você já sabe como negociar dívidas, que tal conferir algumas dicas rápidas para não criar novos débitos?

Tenha um planejamento financeiro

Tenha uma planilha para colocar todos os seus gastos e também o valor de receitas que recebe. Assim, você consegue controlar mais facilmente suas contas.

Utilize poucos cartões de crédito

Quando você utiliza muitos cartões de crédito, o risco de perder o controle é muito maior. Sendo assim, concentre suas compras em um ou dois cartões, no máximo.

Não faça compras por impulso

Sempre reflita antes de realizar uma compra. Analise o quanto aquele item ou serviço fará diferença em sua vida e o impacto que ele tem sobre o seu orçamento. Então, sempre que possível, espere alguns dias antes de fazer uma aquisição de maior valor.

Diante de tudo o que apresentamos, deu para perceber que não existe mistério na hora de negociar dívidas, certo? Sendo assim, não deixe seus débitos acumularem de forma indefinida. Organize o orçamento pessoal e entre em contato com as instituições financeiras para conseguir um acordo que caiba no seu bolso.

Porém, caso for necessário, procure um empréstimo para negativado. Esse tipo de empréstimo existe e pode te ajudar em situações mais apertadas.

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Informações complementares referentes ao Empréstimo com Garantia de Imóvel: mínimo de 36 meses e máximo de 144 meses. “””Exemplo – Empréstimo de R$ 200.000,00 para pagar em 12 anos (144 meses) com LTV de 42,79% (sendo R$ 200.000,00 + despesas acessórias, para um apartamento avaliado em R$ 500.000,00) – Prestação inicial de R$ 2.894,10, com uma taxa de juros de 0,99% ao mês + IPCA, Sistema de Amortização Tabela Price. CET de 13,38% ao ano.”””


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