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Empréstimo para microempresa é uma forma de conseguir capital de giro, alavancar o negócio ou mesmo manter as contas em dia durante a crise do coronavírus. Bancos tradicionais, fintechs, cooperativas e o próprio governo oferecem opções de crédito para microempreendedores.

Plano de negócio, balanço patrimonial e até bens como imóveis podem ser usados para conseguir melhores condições de empréstimo para microempresa. 

Tirar do papel o sonho de empreender ou fazer com que um negócio prospere nem sempre depende apenas do esforço e dos recursos pessoais do empreendedor. O cenário econômico, muitas vezes, exige a busca por créditos e aportes financeiros externos.

O empréstimo para microempresa é uma alternativa para quem precisa de capital de giro, quer expandir ou está sem caixa, mas quer honrar dívidas e a folha de pagamentos, por exemplo.

O que é uma microempresa?

Antes de tudo, é importante entender que tipo de CNPJ se enquadra na categoria microempresa (ME). A Lei Geral das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte classifica como microempresa aquelas com rendimento anual inferior a R$ 360 mil. 

Segundo o SEBRAE o objetivo da lei é:

“Contribuir para o desenvolvimento e a competitividade das microempresas e empresas de pequeno porte brasileiras, como estratégia de geração de emprego, distribuição de renda, inclusão social, redução da informalidade e fortalecimento da economia.” 

Principais tipos de crédito para microempresa

Regime tributário específico, prioridade para ser o fornecedor em compras públicas e redução de burocracia são alguns dos benefícios que o governo elaborou para proteger e incentivar os micro e pequenos empreendedores. A Lei Geral prevê também uma maior facilidade para obtenção de crédito. O microempreendedor pode contar ainda com outros tipos de crédito oferecidos por instituições financeiras. Veja a seguir as principais opções.    

  • Microcrédito: empréstimo de pequeno valor criado pelo Governo Federal dentro do Programa Nacional do Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO). Pode ser contratado com um banco ou instituição habilitada pelo programa (as mais conhecidas são Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal). O valor varia de acordo com o banco, mas pode ir de R$ 300 até R$ 21 mil com a mesma instituição. A taxa máxima de juros com todos os encargos não deve passar de 4% ao mês.
  • Linhas de crédito para capital de giro: agentes de crédito também concedem empréstimos para as despesas do dia a dia da empresa. Essa opção costuma ter prazos de pagamentos menores e deve ser solicitada pontualmente para contas do curto prazo.    
  • Antecipação de recebíveis: empréstimo com base na previsão dos recebimentos futuros da empresa. Na antecipação de recebíveis, o banco adianta para a microempresa o valor de vendas a prazo, parceladas, cheques, que o cliente só pagará futuramente.
  • Financiamentos: concessão de crédito com uma finalidade específica – compra de equipamentos, automóveis, construção etc. O microempreendedor não pode usar o dinheiro para outros objetivos. 
  • Cheque especial: o limite de crédito pré-aprovado também está disponível para o microempreendedor. De fácil acesso, é preciso ter cuidado, pois essa modalidade está entre os tipos de crédito com a taxa de juros mais alta.
  • Empréstimo com garantia: o crédito é concedido com base em garantias dadas pelo empreendedor, como automóveis, imóveis, FGTS, etc. O tipo mais comum é o home equity, empréstimo com garantia de imóvel. Nele, é possível conseguir crédito alto (até 60% do valor do imóvel) através da alienação de um bem que poderá continuar sendo usado pelo microempreendedor.

Essa modalidade oferece longos prazos de pagamento e uma das melhores taxas de juros, pois o bem é uma forma do banco ou instituição financeira se proteger da inadimplência e, assim, ofertar melhores condições ao cliente.   

Como conseguir empréstimo para microempresa

Essas modalidades de empréstimo podem ser contratadas de diversas formas e com muitas instituições autorizadas a operar no mercado brasileiro. Escolher o melhor empréstimo para microempresa deve levar em consideração aspectos como prazos de pagamento, quantia necessária para cumprir a finalidade e, claro, taxas de juros atraentes. 

Na contratação do empréstimo, é feita uma análise de crédito e dos documentos pessoais do cliente. Dependendo da instituição e do tipo de empréstimo, serão avaliados também o plano de negócios e a aplicabilidade do dinheiro. 

Confira a seguir instituições onde conseguir empréstimo para microempresa. 

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Empréstimo para microempresa: BNDES

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social possui uma série de linhas de crédito para capital de giro, inovação, aquisição de equipamentos etc.

O site disponibiliza um portfólio de produtos com a relação das linhas, como o cartão BNDES – um tipo de crédito pré-aprovado para aquisição de bens e serviços credenciados no Portal de Operações do Cartão BNDES. 

O banco não possui agências físicas e, para ter acesso aos benefícios, o empreendedor deve procurar os agentes que atuam com a linha de crédito em questão. O site do BNDES informa as instituições financeiras que mais operam com o crédito no estado do empreendedor.

Empréstimo para microempresa: Sebrae e Caixa Econômica Federal

A Caixa Econômica Federal disponibilizou uma linha de crédito totalizando R$ 7,5 bilhões para micro e pequenas empresas. O convênio foi firmado com o Sebrae e tem como objetivo auxiliar o micro e pequeno empreendedor a enfrentar a crise do coronavírus. 

Microempresas dos setores da indústria, comércio e serviços podem solicitar até R$ 75 mil, com taxas de 1,39% ao mês. Segundo o Sebrae, o prazo de pagamento pode variar de 24 a 36 meses e tem um período de carência de 9 a 12 meses. 

Microempreendedores individuais e Empresas de Pequeno Porte também podem solicitar a linha de crédito, mas com valores e taxas de juros diferentes. O pedido é feito no site do Sebrae. 

Empréstimo para microempresa de bancos tradicionais 

Os bancos mais tradicionais são outra opção para conseguir empréstimo para microempresa. As taxas de juros e prazos de pagamento variam bastante a depender do perfil do cliente e tipo de serviço solicitado. Além do seu portfólio próprio de produtos, esses bancos também costumam oferecer linhas de crédito do BNDES. 

Empréstimo para microempresa de cooperativas

As cooperativas de crédito oferecem serviços semelhantes aos dos bancos tradicionais, porém apenas aos seus associados. Por serem isentas de tributação sobre seus resultados anuais, elas conseguem oferecer aos seus associados menores taxas de juros.  

Essas instituições oferecem outros serviços bancários como cartões de crédito, contas e talões de cheque, além de trabalharem com linhas de crédito do BNDES. 

As cooperativas são divididas e criadas de acordo com o seu público alvo, existindo opções para comerciantes, ruralistas, pescadores, donos de pequenos negócios etc. 

Sicredi, Sicoob, Unicred e Confesol são exemplos de cooperativas de crédito. 

Empréstimo para microempresa de Fintechs

As fintechs são exemplos de empresas que fazem empréstimo online para microempreendedor. Da simulação até o recebimento do crédito, o processo todo pode ser feito sem sair de casa, uma grande vantagem durante a pandemia. 

O termo fintech ficou popular com empresas que criam produtos financeiros e oferecem soluções simples, seguras e digitalizadas para a vida do cliente, como a CashMe, uma fintech do Grupo Cyrela especializada em empréstimos com garantia de imóvel.

A contratação de produtos e a realização de serviços das fintechs acontecem pelo celular ou computador, economizando o tempo do cliente e os investimentos das empresas na administração do atendimento presencial. Isso costuma ser convertido na oferta de melhores condições de juros e soluções mais rápidas para os clientes. 

A inovação e o intermédio da tecnologia pode causar desconfiança a princípio, principalmente para quem passou muitos anos acostumados aos bancos tradicionais.

Entretanto, para atuar no mercado financeiro brasileiro, qualquer instituição – tradicional ou fintech – precisa estar registrada e regulamenta segundo as regras do Banco Central. Checar a lista de instituições financeiras autorizadas no site do Banco Central é uma forma de evitar empréstimo fraudulento.

Empréstimo para microempresa na pandemia: Pronampe

As micro e pequenas empresas foram os primeiros negócios a sentirem os efeitos da crise econômica causada pela pandemia do coronavírus. Em maio de 2020, o governo brasileiro  sancionou a lei nº13.999, que criou o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), por meio do qual  MEIs, MEs, e EPPs poderão solicitar empréstimos. 

Criado durante a pandemia, o objetivo do Pronampe é ajudar os pequenos negócios a manterem suas folhas de pagamento, além de oferecer crédito para estimular e fortalecer esses empreendimentos. Um dos requisitos legais para ter acesso ao crédito é preservar o quantitativo de empregados em número igual ou superior ao verificado na data da publicação da lei.

Conclusão

O microempreendedor que decidir que a contratação de crédito é a melhor opção para o seu negócio terá a sua disposição opções como programa de crédito do governo, portfólio de serviços de bancos tradicionais e cooperativas, linhas de crédito do BNDES e empréstimos online oferecido por fintechs. 

A decisão deve sempre levar em conta se a parcela vai caber no orçamento, se o prazo de pagamento é confortável e se a taxa de juros é favorável, evitando que a solução não acabe virando um problema na saúde financeira da empresa. 

O empréstimo com garantia de imóvel é uma das opções que apresenta a menor taxa de juros de empréstimo para microempresa. Faça uma simulação de empréstimo

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Escrito por CashMe

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Informações complementares referentes ao Empréstimo com Garantia de Imóvel: mínimo de 36 meses e máximo de 144 meses. “””Exemplo – Empréstimo de R$ 200.000,00 para pagar em 12 anos (144 meses) com LTV de 42,79% (sendo R$ 200.000,00 + despesas acessórias, para um apartamento avaliado em R$ 500.000,00) – Prestação inicial de R$ 2.894,10, com uma taxa de juros de 0,99% ao mês + IPCA, Sistema de Amortização Tabela Price. CET de 13,38% ao ano.”””


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